EUA
Ata do Fed revela consenso ‘hawkish’ por trás do aumento da taxa de juros em setembro
Todos os 19 membros do Federal Reserve apoiaram a decisão tomada em setembro de aumentar as taxas de juros, sendo que muitos defenderam a medida como forma de se proteger contra o risco de intensificação das pressões inflacionárias.
Bolsas globais recuam com nova alta do petróleo e temores de novos aumentos de juros
Avanço do Brent para mais de US$ 103 por barril intensifica a aversão ao risco e amplia a pressão sobre ações e títulos, enquanto operadores passam a considerar a possibilidade de novas altas de juros pelo Federal Reserve diante da persistência inflacionária
Inter amplia oferta de fundos no exterior e busca elevar base de 6,4 mi de contas globais
Banco digital passou a distribuir fundos UCITS, domiciliados na Irlanda, a clientes de 16 nacionalidades e tenta converter em aplicador quem só usa a conta em dólar para viajar; operação internacional cresceu 37% em 12 meses
América Latina se aproxima de Trump, mas ajuda militar dos EUA tem queda recorde
Ascensão de líderes alinhados a Washington não impediu a redução da assistência militar americana, enquanto Trump passa a exigir que seus parceiros arquem com mais gastos de defesa e comprem armamentos produzidos nos Estados Unidos
Novos ataques em Ormuz levam petróleo a US$ 101 e colocam bolsas globais sob pressão
Intensificação dos ataques iranianos a petroleiros interrompeu o avanço dos mercados internacionais e impulsionou os preços da energia, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de dez anos superaram 5,30%, ampliando as preocupações com a inflação
Treasuries perto de 6% elevam risco escondido nas letras miúdas dos contratos futuros
Forte alta dos juros americanos aproxima o mercado de uma possível troca do chamado ‘cheapest to deliver’ nos futuros de ‘long bond’, com efeitos de contágio sobre os títulos públicos negociados no mercado à vista
Recuo do petróleo dá alívio aos mercados e leva S&P 500 para perto de alta recorde
Recuperação dos títulos e ganhos das ações na Europa e nos EUA marcam um raro momento de alívio após juros elevados e petróleo pressionarem o apetite por risco
Bolsas globais oscilam com risco fiscal na Europa, e euro recua à mínima em 17 meses
Tensões políticas na França e na Espanha reduzem o apetite por risco; no Brasil, investidores esperam reação positiva ao resultado eleitoral
Wall Street reduz aposta em alta do Fed com sinais de fraqueza no mercado de trabalho
Traders passaram a atribuir probabilidade de 17% a uma elevação da taxa básica pelo Fed na reunião de outubro, ante 29% antes da divulgação sobre criação de vagas abaixo do esperado em setembro nos EUA
Mercados têm alívio à espera de dados do payroll com queda do petróleo e juros estáveis
Futuros do S&P 500 avançam 0,5%, Treasuries ficam estáveis e investidores aguardam dados de emprego que podem mexer com as apostas para o Fed
Petróleo e juros pressionam bolsas internacionais, mas IA desafia onda de vendas
Brent supera US$ 100 e títulos atingem máximas de décadas, enquanto Micron reforça sinais de que a demanda por infraestrutura de IA segue aquecida
Ações dos EUA sobem antes de divulgação de resultados da Micron e de dados de inflação
Informações sobre a alta de preços no país podem definir expectativas para os juros, enquanto balanço da fabricante de chips testa recuperação recente das ações ligadas à IA, em movimentos que podem definir rumos do mercado
BofA vê pouca demanda por Treasuries mesmo com alta dos rendimentos nos EUA
Bancos, fundos e investidores sistemáticos ainda não mostram disposição suficiente para comprar títulos após a recente queda dos preços, segundo análise do Bank of America
Wall Street perde fôlego antes de dados de emprego e novos sinais sobre juros nos EUA
Investidores reduzem posições após dias de volatilidade e aguardam o payroll, falas do Fed e eventos com líderes de inteligência artificial
Curva de juros dos EUA se aproxima de inversão e reacende temor sobre crescimento
Diferença entre Treasuries de dois e dez anos encolhe, e mercado precifica ao menos três novas altas de 0,25 ponto percentual e passa a incorporar riscos maiores de desaceleração da economia americana







