Ações

Eleições no Brasil impulsionam ações de emergentes, que avançam com alívio sobre o Fed

Ativos brasileiros se destacam entre mercados emergentes, com investidores avaliando perspectivas para política fiscal e composição do novo Congresso, enquanto dados mais fracos de emprego nos EUA aliviam temor de aperto monetário

Ativos brasileiros disparam após Flávio Bolsonaro liderar votação no primeiro turno

Os investidores rapidamente ampliaram as apostas de que um programa econômico mais pragmático permitirá ao país reduzir juros que estão entre os mais altos do mundo. Os contratos DIs recuaram mais de 100 pontos-base, o real disparou quase 5% e o Ibovespa saltou mais de 9%

Mercados se preparam para oscilações, independentemente do resultado das eleições

Diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno deve orientar as apostas sobre política fiscal e provocar ajustes nos ativos brasileiros. Investidores se preparam para ajustes rápidos nos ativos após o primeiro turno, com cenários distintos para juros, câmbio e ações

Clima de aversão ao risco deve perdurar até dólar atingir pico, avalia Bank of America

Michael Hartnett vê desalavancagem nos mercados, recomenda aproveitar a queda e indica que o nervosismo dos mercados deve persistir enquanto os rendimentos dos títulos americanos permanecerem elevados

Ibovespa fecha em queda, na contramão de NY, sob pressão de petroleiras

Índice recuou 0,27%, influenciado por queda da Petrobras e PRIO; na semana, a bolsa brasileira acumulou perda de 0,95%, segundo período de recuo

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Ibovespa fecha em queda com cenário eleitoral e pressão externa; dólar sobe a R$ 5,20

Índice recuou 0,99%, influenciado por quedas de Vale, Petrobras e bancos; petróleo voltou a subir e fechou perto de US$ 106, elevando temores de inflação global

Ibovespa cai 0,86% com temor de inflação nos Estados Unidos; dólar sobe a R$ 5,17

Índice seguiu a aversão a risco em Wall Street após alta do petróleo e dados de atividade reforçarem o temor de inflação nos EUA; leilão de Treasuries levou o yield de cinco anos a 5%, maior nível desde 2007

Ibovespa fecha em alta com recuo do petróleo abaixo de US$ 100; dólar cai a R$ 5,10

Índice subiu 0,44%, influenciado pela alta da Petrobras e da Suzano; Trump diz que autoridades tiveram reunião ‘muito boa’ com enviados do Irã

Mercado tem apreço pelo ajuste fiscal, não pela oposição, diz CEO da Buysidebrazil

Em entrevista ao podcast Radar Eleitoral, da Bloomberg Línea, Andréa Damico diz ver upside de 10% a 15% para o Ibovespa e queda do dólar a R$ 4,80 com eventual vitória de Flávio Bolsonaro; otimismo está ligado ao potencial de ajuste das contas públicas

Ibovespa sobe 0,74% com exterior positivo e novas pesquisas eleitorais; dólar recua

Pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda mostrou empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro no segundo turno; dólar cai a R$ 5,11

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Morgan Stanley vê risco de queda de 7% no S&P 500 com petróleo e juros em alta

Estrategistas veem ações vulneráveis à pressão dos títulos e do petróleo, embora lucros corporativos sustentem projeção otimista para o fim do ano

Ibovespa fecha em queda com pressão da Vale e cenário eleitoral; dólar sobe a R$ 5,14

Índice caiu 0,41%, aos 185.229 pontos, encerrando a semana com perda acumulada 1,06%; Vale recuou 1,53%

Ibovespa fecha em alta de 0,24% em dia de volatilidade por reajuste do Bolsa Família

Banco central americano elevou a taxa de juros nesta quarta-feira e divulgou projeções com a expectativa de novos aumentos; índice brasileiro caiu 0,51% e dólar ficou estável, em R$ 5,16

Ibovespa fecha em queda, em linha com NY, após Fed adotar tom duro contra a inflação

Banco central americano elevou a taxa de juros nesta quarta-feira e divulgou projeções com a expectativa de novos aumentos; índice brasileiro caiu 0,51% e dólar ficou estável, em R$ 5,16

J.P. Morgan corta projeção de lucro do Banco do Brasil e cita aumento da inadimplência

Analistas reduziram estimativa de lucro para 2026 e 2027 após piora na inadimplência do agronegócio e da carteira de cartões, cortando o preço-alvo da ação de R$ 25 para R$ 22; recomendação neutra para o papel foi mantida

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