Dólar
O que é preciso para o dólar e a bolsa voltarem ao patamar pré-eleição, segundo o UBS
Bolsa brasileira acumulou alta de 27,5% em 2026, e o real se valorizou 8,4%; UBS vê espaço para consolidar os ganhos, embora a evolução dependa da credibilidade fiscal e das taxas de juros
Dólar pode ir a R$ 5,70 e juro a 15,5% até plano fiscal convencer, diz Morgan Stanley
Banco americano prevê alta em duas etapas e vê na escolha do ministro da Fazenda o primeiro sinal para o mercado; sem compromisso com as contas públicas, Selic pode subir e dívida bruta chegar a 106% do PIB em 2035
Mercado despenca e amplia temor sobre contas públicas após vitória inesperada de Lula
Ibovespa caiu 10% e acionou o mecanismo de circuit breaker logo na abertura dos negócios , enquanto o real perdeu 11% e os contratos de juros dispararam quase 300 pontos-base, em uma reação à derrota de Flávio Bolsonaro que surpreendeu investidores
Mercado se prepara para derrocada com virada histórica de Lula no segundo turno
As quedas esperadas podem levar ao acionamento de mecanismos como ‘circuit breakers’; em uma pesquisa do Citi com 73 investidores, publicada na sexta-feira, a maioria esperava que a vitória de Lula levasse a uma queda de pelo menos 5% do real
Dólar futuro dispara com reeleição de Lula e ETF brasileiro no Japão despenca 13%
Fundo que replica o Ibovespa em Tóquio recua 13% e inverte a alta de quase 8% do primeiro turno; no mercado futuro de Chicago, o dólar sobe cerca de 10% e vai a R$ 5,52, antes da abertura da B3 nesta segunda-feira (26)
Dólar: como a vitória de Flávio ou Lula pode impactar o câmbio, segundo analistas
Mercados brasileiros já estão descontando parcialmente uma vitória de Flávio Bolsonaro, mas um resultado diferente poderia provocar uma correção muito maior na moeda e nos títulos soberanos
Eleições no Brasil abrem diferentes perspectivas para o mercado, diz analista da XTB
Propostas econômicas podem ter impactos distintos para investidores, com oportunidades em empresas ligadas ao consumo e ao crédito em caso de vitória da direita e maior exposição a infraestrutura e energia com continuidade do atual governo, disse Emanoelle Santos à Bloomberg Línea
Euforia nos mercados depende de plano ainda incerto de Flávio Bolsonaro
Analistas esperam que o país tenha mais chances de enfrentar o déficit crescente sob o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, embora ele ainda não tenha apresentado um plano detalhado de como pretende fazer isso
Eleições no Brasil impulsionam ações de emergentes, que avançam com alívio sobre o Fed
Ativos brasileiros se destacam entre mercados emergentes, com investidores avaliando perspectivas para política fiscal e composição do novo Congresso, enquanto dados mais fracos de emprego nos EUA aliviam temor de aperto monetário
Gestoras mantêm aposta em carry trade em emergentes, apesar de alta de juros dos EUA
Ninety One, Generali e William Blair veem prejuízo trimestral como contratempo e consideram comportamento do dólar decisivo para a estratégia. Investidores dizem que velocidade da alta dos Treasuries, mais que o nível dos rendimentos, explica primeiro prejuízo trimestral em dois anos
Clima de aversão ao risco deve perdurar até dólar atingir pico, avalia Bank of America
Michael Hartnett vê desalavancagem nos mercados, recomenda aproveitar a queda e indica que o nervosismo dos mercados deve persistir enquanto os rendimentos dos títulos americanos permanecerem elevados
Dólar pode ir de R$ 4,50 a R$ 5,80 após eleição e depende do fiscal, segundo o Goldman
As eleições podem abalar o real, mas os analistas veem na política fiscal a chave para definir seu rumo futuro.
Esta moeda ameaça destronar o peso colombiano como a mais valorizada da região em 2026
Peso colombiano perde terreno em relação a outras moedas da região; esta moeda poderia tirar dele o título de moeda que mais se valorizou na América Latina em 2026
Ibovespa fecha em queda, na contramão de NY, sob pressão de petroleiras
Índice recuou 0,27%, influenciado por queda da Petrobras e PRIO; na semana, a bolsa brasileira acumulou perda de 0,95%, segundo período de recuo
Ibovespa fecha em queda com cenário eleitoral e pressão externa; dólar sobe a R$ 5,20
Índice recuou 0,99%, influenciado por quedas de Vale, Petrobras e bancos; petróleo voltou a subir e fechou perto de US$ 106, elevando temores de inflação global














