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Virada estratégica na infraestrutura

Também no Breakfast: O plano da Gol para sair da crise com proteção contra credores | A nova corrida tech de Samsung e Apple | Desconfiança sobre domínio da Tesla cresce após os últimos resultados

Tempo de leitura: 3 minutos

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O setor de infraestrutura tem sido apontado por grandes investidores institucionais como um dos que apresentam maior potencial para alocação de recursos na economia brasileira. Mas o começo de um novo governo no ano passado trouxe cautela sobre eventuais mudanças em concessões.

Para a Perfin, gestora com histórico de investimentos no setor e R$ 9 bilhões em ativos na área - ao todo, administra R$ 29 bilhões -, o momento de maior incerteza ficou para trás e 2024 começa com perspectivas positivas para infraestrutura e energia, incluindo ativos como a Sabesp.

“De forma geral, toda mudança gera inseguranças. Tivemos um início de 2023 um pouco ruidoso, faz parte do processo, mas, à medida que o governo foi colocando suas medidas em prática, chegamos ao final do ano com uma situação de mais calmaria política e econômica”, disse a sócia e diretora de operações (COO) da Perfin, Carolina Rocha, à Bloomberg Línea.

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Leia mais: De Sabesp a rodovias: Perfin aponta oportunidades crescentes em infraestrutura

COO Perfin

No radar dos mercados

Após seis sessões de alta em Nova York, os investidores teriam motivos para uma realização de lucros. O iminente deflator do consumo privado (PCE) dos Estados Unidos, índice inflacionário preferido do Federal Reserve (Fed), para o qual se espera +2,6%, poderia moderar o mercado, embora uma queda o reanimaria. O recente PIB do quarto trimestre dos EUA, surpreendentemente robusto (+3,3%) mostrou que a economia está desafiando todas as previsões de uma recessão.

Enquanto a economia dos EUA mostra força, o Banco Central Europeu (BCE) continua cauteloso com relação à política de taxas de juros. Ontem, ao manter as taxas de juros, a presidente Christine Lagarde evitou dar qualquer pista, insistindo em uma abordagem dependente de dados macroeconômicos.

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😶‍🌫️ Panorama difícil. Depois de fechar o pregão em baixa, a Intel continuava em queda acentuada (mais de -12%) no pré-mercado. Isso porque apresentou prognósticos decepcionantes para vendas e lucro, renovando as dúvidas sobre uma reviravolta há muito prometida na outrora dominante fabricante de chips.

👜 Luxo em alta. As ações da LVMH, dona de marcas como Louis Vuitton, Dior e Tiffany, superavam hoje os 9%, o maior salto desde março de 2022, após o grupo reportar um aumento de 10% nas vendas do quarto trimestre. Os ganhos se espalharam entre seus pares de luxo.

🚛 Choque de realidade. A Volvo, a segunda maior fabricante de caminhões do mundo, vai diminuir progressivamente a produção para se ajustar à demanda atual. Esta decisão vem após um período de interrupções na cadeia de suprimentos que gerou um volume recorde de pedidos.

Mais sobre os eventos que movem os mercados hoje

Os mercados esta manhã
🔘 As bolsas ontem (25/01): Dow Jones Industrials (+0,64%), S&P 500 (+0,53%), Nasdaq Composite (+0,18%), Stoxx 600 (+0,30%), Ibovespa (+0,28%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Gol pede proteção contra credores no Chapter 11 da Justiça dos EUA

A corrida de Samsung e Apple para mapear o corpo humano com celulares e anéis

EUA avançam no mercado de combustível de aviação sustentável com etanol de milho

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