Bloomberg Línea

Brasil vira peça-chave para avanço da britânica Appian

Também no Breakfast: A pressão da safra recorde do Brasil no mercado de diesel | O plano do Satori para desmistificar o sushi de luxo em São Paulo | Wall Street vê na calvície sua nova ‘mina de ouro’

Britânica Appian vê Brasil como peça-chave para avançar em minerais críticos

O fundo de private equity especializado em mineração aposta em níquel e grafite para crescer no país, diante da crescente demanda global por eletrificação

Ronaldo entra no negócio dos clubes de elite com projeto de R$ 4,2 bi em Alphaville

Ex-jogador se torna sócio do Reserva Beach Club, que prevê R$ 1 bilhão em investimentos e terá o Galacticos House, clube de tênis com títulos de R$ 1,15 milhão idealizado com participação direta dele

Dólar mais barato favorece emergentes e commodities, mas exige cautela do investidor

Desvalorização da moeda americana tem atraído investimentos para outros mercados e ativos internacionais, e as moedas da América Latina estão se beneficiando das novas apostas

Quem tiver mineral com maior qualidade vai comandar os preços, diz CEO da Vale

Segundo Gustavo Pimenta, mineradora tem oportunidades para obter prêmios com o minério de ferro de maior qualidade; atualmente a companhia tem conseguido de US$ 16 a US$ 17 por tonelada do produto com 65% e 68% de teor contido, ante a referência de 62% do mercado global

PUBLICIDADE

Na Minerva, a prioridade é ‘desalavancar’

Também no Breakfast: Os planos da Petrobras para exportar gás natural | O aumento das apostas em opções do Ibovespa com as eleições | Larry Page, do Google, expande seu family office para Miami

Na Minerva, a palavra da vez é desalavancar. As aquisições ficam para depois

Após incorporar ativos da Marfrig e praticamente dobrar de tamanho em quatro anos, frigorífico da holding da família Vilela de Queiroz muda prioridades: foco agora está em geração de caixa e redução da dívida, segundo CEO e CFO; no acumulado do ano, ações da empresa caíram mais de 20%

Brasil tem um dos maiores índices de inadimplência bancária em LatAm; Argentina lidera

A carteira de créditos vencidos do setor bancário latino-americano continuou aumentando e atingiu US$ 104.621 milhões em março de 2026, um aumento de 44% em relação ao registrado um ano antes.

A busca da Monashees por fundadores globais

Também no Breakfast: O rebaixamento das ações brasileiras pelo Morgan Stanley | Detentores de ‘bonds’ lideram apoio à reestruturação da Braskem | Meta fecha acordo de até US$ 18 bi nos EUA sobre impacto de redes sociais em jovens

Com Google e B3, Monashees abre hub de startups de IA com modelos de negócios globais

Espaço batizado de Gama House funcionará como um ambiente de aproximação com jovens empreendedores que pretendem criar negócios de IA, conta o sócio e fundador Eric Archer, em entrevista à Bloomberg Línea

PUBLICIDADE

Dono de Habib’s e Ragazzo entra em recuperação judicial com dívida de R$ 265 milhões

Justiça de São Paulo aceitou o pedido do Grupo Gennius, dono da maior rede de comida árabe do país, mas negou a liberação dos recebíveis dados em garantia aos bancos. A KPMG assume como administradora e o plano de pagamento vence em 60 dias

Mercado subestima risco das eleições no Brasil, avalia Morgan Stanley

Banco vê confiança excessiva na capacidade de o país atravessar um ajuste fiscal limitado e alerta que falta de credibilidade após a eleição pode provocar reação mais severa nos ativos

O mercado aquecido do crédito inadimplente

Também no Breakfast: O impacto da recuperação extrajudicial da Braskem na Petrobras | A visão do CEO da Dasa sobre as rolagens de dívida | O plano de expansão da Havanna enquanto renegocia dívida de R$ 127 mi

Mercado de carteiras inadimplentes deve chegar a R$ 40 bi em 2026, diz Recovery, do Itaú

Em entrevista à Bloomberg Línea, Bruno Russo Franco, CEO da empresa de recuperação de crédito do grupo Itaú, aponta a entrada de fintechs e a volta de bancos tradicionais como fatores por trás do aumento; volume pode ser o mais alto desde a pandemia, em um cenário de juro elevado e inadimplência crescente

Dasa só vai avaliar novas possíveis rolagens de dívida a partir de 2027

CEO Rafael Lucchesi diz à Bloomberg Línea que companhia decidiu antecipar rolagem de R$ 700 milhões por conservadorismo com o calendário macro, em meio à Selic em patamar elevado e cenário eleitoral; ‘Nossa missão é de longo prazo. O acionista não pressiona a gente por questões de curto prazo’

PUBLICIDADE