Bloomberg — As duas propostas apresentadas por uma fatia de 30% da companhia de saneamento Copasa ficaram abaixo do preço mínimo esperado pelo governo de Minas Gerais, segundo quatro pessoas com conhecimento do assunto ouvidas pela Bloomberg News.
As ofertas da Equatorial Energia e de um grupo formado pela Aegea Saneamentos e Participações e seus acionistas não atingiram o valor mínimo, disseram as pessoas, que pediram anonimato por tratarem de informações privadas.
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A Copasa disse em comunicado divulgado mais cedo nesta quarta-feira (27) que, devido a “fatores supervenientes”, algumas das condições da operação, incluindo o cronograma, estariam sujeitas a alteração.
As quatro pessoas afirmaram que ainda não estava claro o que acontecerá agora, embora o prospecto previsse que a Copasa seguiria diretamente para uma oferta pública secundária das ações. A companhia não deu detalhes sobre as duas propostas.
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Procurada para comentar, a Copasa afirmou que as medidas adotadas decorrem de orientações do acionista controlador, o Estado de Minas Gerais. A Aegea não comentou, enquanto a Equatorial não respondeu imediatamente.
As ações da Copasa chegaram a cair 7,3% nesta quarta-feira, na maior queda intradiária em mais de um ano e no pior desempenho do Ibovespa.

O grupo da Aegea inclui a Itaúsa, o fundo soberano de Singapura GIC e a Equipav Saneamento.
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