El Niño

Do Brasil ao Peru: como o El Niño ameaça a agricultura e a economia da América Latina

A América Latina enfrenta potenciais impactos desiguais decorrentes do El Niño em 2026: menor crescimento, pressão fiscal e aumento da inflação devido aos preços dos alimentos e da energia, com repercussões na agricultura, na logística e na infraestrutura

Açúcar brasileiro impulsiona oferta global e pressiona os preços em 2026

Especialistas reunidos na Dubai Sugar Conference avaliam que a maior produção no Brasil na safra 2026-27 deve manter o excesso de oferta no mercado global

Volta do La Niña nos próximos meses é ameaça de estiagem em parte do Brasil

Fenômeno que reflete o esfriamento das águas do Oceano Pacífico tem 70% de chances de se formar entre agosto e outubro; no Brasil, produção de café, açúcar, soja e milho pode ser afetada

La Niña ameaça elevar a inflação global e trazer perdas para emergentes

Gestoras já preveem pressão sobre títulos emergentes com altas de preços; fenômeno pode provocar secas e causar mais furacões, prejudicando as colheitas e a produção de petróleo

Fim do El Niño não deve trazer alívio para os fenômenos climáticos extremos

Aquecimento das temperaturas globais impede que o resfriamento das águas do Oceano Pacífico, provocado pelo La Niña após o fim do El Niño, evite novas secas e chuva extremas

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