Bank of America eleva remuneração de CEO em 17%, a US$ 41 milhões

Novo pacote de remuneração foi definido depois de um ano em que o banco registrou lucro líquido de US$ 30,5 bilhões, um aumento de 13,1% em relação a 2024, mas o desempenho das suas ações ficou aquém de seus concorrentes

Conselho do banco concedeu a Moynihan um salário-base de US$ 1,5 milhão juntamente com prêmios de incentivo em ações no total de US$ 39,5 milhões
Por Katherine Doherty
14 de Fevereiro, 2026 | 09:05 AM

Bloomberg — O Bank of America aumentou a remuneração do CEO Brian Moynihan para US$ 41 milhões em 2025, um ano em que o segundo maior banco dos EUA aumentou seu lucro, mas o desempenho das ações ficou aquém de seus pares.

O conselho concedeu a Moynihan um salário-base inalterado de US$ 1,5 milhão e nenhum bônus em dinheiro, “consistente com os anos anteriores”, juntamente com prêmios de incentivo em ações no total de US$ 39,5 milhões, de acordo com um documento regulatório apresentado na sexta-feira (13).

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Um ano antes, a remuneração de Moynihan foi aumentada em 21%, para US$ 35 milhões, depois que o banco conseguiu aumentar seus lucros.

O novo pacote de remuneração de Moynihan vem depois de um ano em que o Bank of America registrou lucro líquido de US$ 30,5 bilhões, um aumento de 13,1% em relação a 2024.

O credor com sede em Charlotte, Carolina do Norte, está focado em aumentar a receita e, ao mesmo tempo, manter as despesas sob controle, usando tecnologia, incluindo inteligência artificial, para conter custos.

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Os aumentos de salários dos CEOs dos bancos de Wall Street

Ao determinar o pagamento de Moynihan, o banco disse que seu conselho reconheceu sua “liderança na condução do crescimento para os acionistas”, incluindo “gerenciamento disciplinado de despesas”, de acordo com o documento.

Moynihan, um dos diretores mais antigos de um grande banco dos EUA, sinalizou seu interesse em permanecer no cargo nos próximos anos. O CEO de 66 anos dirigiu o banco durante a pandemia depois de assumir o comando há 16 anos, após a crise financeira global.

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Sob a liderança de Moynihan, a empresa estabeleceu uma série de novas metas financeiras em seu primeiro dia do investidor em quase 15 anos. As metas, que incluíam uma promessa de manter um controle firme sobre os gastos, foram delineadas em uma tentativa de impulsionar as ações que ficaram atrás das de outros grandes bancos dos EUA.

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O maior rival do Bank of America, o JPMorgan Chase aumentou a remuneração do CEO Jamie Dimon em 10,3%, chegando a US$ 43 milhões em 2025.

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O Goldman Sachs pagou a seu líder, David Solomon, US$ 47 milhões por seu trabalho em 2025, um aumento de 21%.

O Morgan Stanley aumentou a remuneração do CEO Ted Pick em 32%, para US$ 45 milhões, enquanto o Wells Fargo aumentou o pagamento de Charlie Scharf em 28%, para US$ 40 milhões, e o Citigroup pagou a Jane Fraser US$ 42 milhões, um aumento de 22%.

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