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Internacional

Covid: Biden envia médicos militares para estados

Objetivo do presidente americano é auxiliar hospitais a lidar com a explosão de casos e hospitalizações

Tempo de leitura: 1 minuto

Bloomberg — Os militares dos Estados Unidos enviarão ajuda a hospitais em Nova York e Nova Jersey, que lidam com uma onda de hospitalizações causadas pela variante ômicron.

O presidente Joe Biden anunciará nesta quinta-feira (13) que seu governo está enviando médicos, enfermeiros e outros militares para seis hospitais em seis estados, segundo a Casa Branca. Os trabalhadores são equipes de socorro enviadas para aliviar a pressão sobre os centros de saúde sobrecarregados.

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Biden fará o anúncio em discurso sobre a mais recente resposta de seu governo à pandemia, com foco nas equipes de emergência e na ajuda enviada aos estados. Ele será acompanhado pelo secretário de Defesa Lloyd Austin e pela administradora da Agência Federal de Gerenciamento de Emergências Deanne Criswell.

Desde o feriado Dia de Ação de Graças, em novembro, mais de 350 médicos, enfermeiros e médicos militares foram mobilizados para ajudar os hospitais, que enfrentam uma onda de novos pacientes e falta de funcionários – alguns dos quais são forçados a se isolar após testarem positivo para covid. A Casa Branca acrescentou que outras equipes devem ser anunciadas, além das seis esperadas para esta quinta-feira.

“Estamos utilizando diversos recursos federais, e o presidente dará mais detalhes sobre isso amanhã”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, na quarta-feira (12).

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A média nacional de sete dias de novas hospitalizações por covid-19 é superior a 20 mil, segundo dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. O número é um recorde e é aproximadamente o quádruplo dos níveis registrados no início de novembro.

A ômicron é considerada menos propensa a causar doenças graves e óbitos, principalmente entre vacinados e pacientes que receberam doses de reforço, mas é uma variante muito transmissível. Assim, o alto número de casos está sobrecarregando os hospitais, mesmo com a proporção de casos graves sendo baixa.

--Esta notícia foi traduzida por Bianca Carlos, localization specialist da Bloomberg Línea.

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