Petróleo

Mercados da América Latina ganham status de ‘porto seguro’ com cenário global volátil

Moedas e títulos da região se valorizam desde o início da guerra no Irã, com exportadores de petróleo como Brasil, Colômbia e Argentina entre os destaques; gestores de grandes fundos globais ampliam apostas na América Latina

Trump diz que os EUA vão bloquear o Estreito de Ormuz após fracasso de negociações

Presidente afirmou que a marinha americana vai impedir a entrada e saída de navios do Estreito; Irã e EUA não aceitaram as condições em tentativa de acordo

Crise no Oriente Médio provoca corrida global por cargas de petróleo bruto

Enquanto os investidores se concentravam no frágil cessar-fogo iraniano esta semana, uma luta desesperada por cargas tem sido travada no mercado de petróleo, à medida que comerciantes e refinarias vasculham o mundo em busca de suprimentos imediatamente disponíveis.

Negociações entre EUA e Irã terminam sem acordo e colocam cessar-fogo em risco

Estados Unidos disseram que o Irã se recusou a assumir o compromisso de não buscar armas nucleares, enquanto autoridades iranianas afirmaram que os americanos fizeram exigências ‘excessivas’

Reprecificação de juros leva multimercados a pior mês desde 2020

O IHFA, um índice de multimercados locais acompanhado pela Anbima, caiu 3,4% em março. A maior parte das perdas veio com a alta dos juros futuros à medida que operadores reduziram quase pela metade as apostas em cortes diante do salto nos custos de energia

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Mercados

Goldman Sachs vê petróleo Brent acima de US$ 100 o barril se Ormuz permanecer fechado

Analistas do banco veem Brent a US$ 80–82 no 2º semestre se cessar-fogo persistir, mas atraso em Ormuz pode elevar preços do fóssil

Negócios

Petrobras troca chefe de logística enquanto governo tenta evitar alta dos combustíveis

Empresa está sob pressão para conter a inflação de energia impulsionada pela guerra no Oriente Médios em um ano eleitoral e para se alinhar a cortes de tributos federais e subsídios

Internacional

Do Brasil ao Chile: petróleo pressiona inflação e expõe fragilidades na América Latina

O aumento do preço de combustíveis na região pode agravar a tensão social e pressionar a inflação, afetando os setores de transporte, agricultura e as contas públicas, com consequências variadas, segundo especialistas

Internacional

Tráfego em Ormuz atinge o nível mais alto desde o início da guerra com controle do Irã

Hidrovia viu 21 navios transitarem no fim de semana, à medida que governos mais carentes de energia negociam a retirada de navios, cargas e tripulações do Golfo Pérsico, fortalecendo o controle de Teerã sobre a passagem

Negócios

Nova CEO da BP assume com desafio de simplificar operação e recuperar valor da empresa

Meg O’Neill assume empresa com desempenho inferior aos pares e sob pressão por cortes, venda de ativos e foco em upstream. Mesmo com alta do petróleo, analistas veem fragilidades em custos, reservas e estratégia que exigem mudanças rápidas

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Mercados

Do peso argentino ao real: as moedas mais resilientes da América Latina com dólar forte

Guerra no Oriente Médio e alta do petróleo ampliam pressão cambial, mas colón da Costa Rica, real e peso argentino lideram ganhos

Negócios

Constellation vê guerra no Irã impulsionar perfuração na América do Sul, segundo o CEO

Região ganha importância não apenas pela qualidade de suas reservas mas também por ser vista como mais protegida e estável em meio à crise no Oriente Médio, disse Rodrigo Ribeiro à Bloomberg News

Internacional

Argentina vai segurar preço da gasolina, contrariando visão de livre mercado de Milei

Estatal de energia anunciou que vai manter os preços do combustível estável por 45 dias em meio à instabilidade da guerra no Irã, em uma postura mais intervencionista que contradiz discurso do governo

Internacional

Trump diz que vê o fim da guerra dos EUA com o Irã em duas a três semanas

Presidente sugere que os EUA já cumpriram em grande parte os seus objetivos militares e que deixará para outras nações a resolução de questões ligadas ao Estreito de Ormuz

Mercados

Princípio matemático de 800 anos é usado para calcular o possível piso do S&P 500

Conhecido como o nível de retração de 50% de Fibonacci, ferramenta é usada por analistas gráficos para encontrar possíveis pontos de entrada, e representa uma queda que apagaria metade dos ganhos do S&P 500 desde a mínima de abril de 2025

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