Ibovespa avança com Petrobras enquanto investidores aguardam ata do Fomc, nos EUA

Principal índice de ações da bolsa brasileira tenta romper sequência de 11 quedas consecutivas nesta quarta; atenções recaem sobre ata do Fomc, à tarde

Ata do Fomc, nos EUA, e crise na China são acompanhados de perto
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Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) avança nesta quarta-feira (16), em um dia de ganhos para a Petrobras (PETR3; PETR4), após o índice engrenar a 11ª baixa consecutiva no fechamento da sessão anterior.

Por volta das 11h (horário de Brasília), o Ibovespa subia 0,24% e era negociado aos 116.448 pontos, enquanto os papéis PETR3 e PETR4 avançavam 2,68% e 2,72%, respectivamente. O dólar, por sua vez, era negociado perto da estabilidade, a R$ 4,98.

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Na cena doméstica, o presidente da Câmara, Arthur Lira, disse que o arcabouço fiscal pode ser votado na próxima terça-feira (22). Ele afirmou ainda que a Câmara não será irresponsável com temas essenciais e que tem “excelente relação” com o presidente Lula.

Já o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse em evento nesta quarta-feira que a luta contra a inflação não está ganha: “O objetivo é conseguir um pouso suave.”

Enquanto isso, no âmbito internacional, o sentimento é de cautela com a piora da crise econômica e imobiliária na China, o que pesa sobre commodities como o minério de ferro.

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A Zhongrong International, que oferece crédito privado ao setor imobiliário chinês, deixou de pagar rendimentos aos investidores em dezenas de seus produtos e disse que não tem nenhum plano imediato de ressarci-los.

Enquanto isso, um possível default da incorporadora Country Garden, que já foi uma das maiores do país, desperta maior ceticismo quanto à eficácia da ajuda das medidas da China para o setor imobiliário.

As atenções também estão voltadas para a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve, com os investidores em busca de pistas sobre o rumo dos juros no país.

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Confira o desempenho dos mercados às 11h (horário de Brasília):

  • Ibovespa subia 0,4%, aos 116.448 pontos;
  • O dólar à vista operava próximo da estabilidade, a R$ 4,98;
  • Entre os contratos de juros futuros, o DI para 2027 recuava cinco pontos-base, a 10,15%;
  • Em Wall Street, os índices oscilavam: o S&P 500 subia 0,17%, enquanto o Nasdaq 100 tinha baixa de 0,18%;

No pregão de ontem (15), o Ibovespa fechou no vermelho, com queda de 0,55%, aos 116.171 pontos. O volume das negociações ficou em R$ 1.463.596.200.

As ações com as maiores altas foram: Vibra Energia (VBBR3), com +7,77%; BRF (BRFS3), com +6,90%; Natura (NTCO3), com +5,48%.

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As de maior queda foram: Meliuz (CASH3), com -4,00%; Petz (PETZ3), com -4,13%; Azul (AZUL4), com -6,60%.

No ano, o Ibovespa acumulava alta de 5,87% até o pregão anterior.

As ações mais negociadas nesta manhã eram:

-- Com informações da Bloomberg News

-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.

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