Cristina Junqueira pede desculpas por ‘erro’ em alerta falso sobre liquidação do Nubank

Co-fundadora da fintech chamou o caso de ‘bizarro’ e lamentou os transtornos gerados pelo ‘erro operacional’ que fez clientes receberem mensagem informando de forma equivocada que o banco havia sido liquidado

'As mensagens foram enviadas a uma parcela muito pequena de clientes', disse a co-fundadora da fintech (Foto: Bloomberg)
Por Martha Beck - Matheus Piovesana

Bloomberg — A co-fundadora do Nubank, Cristina Junqueira, pediu desculpas aos clientes do Nubank (ROXO34) que receberam um alerta de aplicativo informando que o banco havia sido liquidado, e disse que o alerta foi enviado por engano.

“Realmente bizarro, mas foi exatamente isso: um erro operacional”, escreveu Junqueira na sexta-feira (12) em resposta a perguntas de seguidores no Instagram.

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Um funcionário acionou acidentalmente um protocolo criado para situações que envolviam a liquidação de um banco depois de enviar uma solicitação interna de alterações no software, disse ela.


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“As mensagens foram enviadas a uma parcela muito pequena de clientes, mas é claro que isso causa algum transtorno”, disse Junqueira. “Pedimos sinceras desculpas a todos os que receberam a informação.”

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As liquidações bancárias são um assunto delicado no Brasil depois que o Banco Central dissolveu o Banco Master em novembro. Autoridades alegaram que o credor estava no centro do que pode ser a maior fraude de todos os tempos no país. Algumas instituições financeiras menores foram liquidadas por causa de seus vínculos com o Banco Master.

O Nubank e os órgãos reguladores negaram rapidamente que o banco estivesse fora do negócio depois que as mensagens foram divulgadas dizendo que o Banco Central o havia liquidado.

Nubank investiga falso aviso de liquidação extrajudicial enviado a clientes

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A empresa disse que está investigando as circunstâncias que levaram ao erro e informou aos clientes afetados que o banco está operando normalmente.

O incidente provocou uma onda de discussões nas redes sociais, com os usuários questionando se a mensagem era genuína.

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