Minério de ferro recua com mais pressão da China para conter alta

Desde meados de agosto, os preços da matéria-prima siderúrgica já subiram cerca de 30%, em meio ao otimismo com medidas de estímulo ao setor imobiliário

Cobre
Por Liz Ng "Liz"
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Bloomberg — O minério de ferro recuou após a mais longa sequência de ganhos semanais desde janeiro, diante de mais pressão das autoridades chinesas para conter a alta da matéria-prima.

Os futuros em Singapura caíram até 1,8% nesta segunda-feira (27), para US$ 131,45 a tonelada, depois que a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China disse que se reuniu com os principais operadores portuários para combater a retenção de estoques.

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O órgão já havia reiterado seu alerta contra suposta manipulação de preços e convocou algumas corretoras para reuniões na semana passada.

Os preços subiram cerca de 30% desde meados de agosto, em meio ao otimismo com medidas de estímulo ao setor imobiliário.

O mercado espera que a demanda seja impulsionada pela emissão de dívida de 1 bilião de yuans (US$ 140 bilhões) anunciada no mês passado para financiar projetos de habitação popular e reurbanização de bairros pobres. A construção é um dos principais motores da demanda por aço no país.

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Com preços já altos, uma continuidade da tendência de alta precisaria de mais estímulo, segundo Jiang Mengtian, analista da Horizon Insights.

O Goldman Sachs (GS) prevê um mercado de minério equilibrado no ano que vem, sem risco de excesso de oferta. O preço-alvo de três meses do banco é de US$ 130 a tonelada.

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