Ibovespa sobe com commodities e IPCA-15 reforçando apostas em corte da Selic

Principal índice de ações da bolsa brasileira renovou a máxima de quase dois anos com ganhos da Vale e após um alívio na prévia da inflação de julho

Monitor mostra cotação de ADR da Vale na Bolsa de Nova York
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Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) opera em alta nesta terça-feira (25) e renova a máxima de quase dois anos após um alívio nos dados do IPCA-15 favorecerem apostas de um corte maior dos juros na próxima reunião do Copom, em agosto.

Divulgado nesta manhã, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial do país, teve deflação de 0,07% em julho em meio à queda nos preços da energia elétrica.

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Economistas consultados pela Bloomberg esperavam queda de 0,03% do indicador em relação ao mês de junhoNo ano, a alta acumulada é de 3,09% e, em 12 meses, de 3,19%.

O dado é o último de inflação a ser divulgado antes da reunião do Copom, na próxima semana.

Por volta das 11h (horário de Brasília), o Ibovespa subia 1,25%, negociado aos 122.780 pontos. Destaque para ações de varejistas e construtoras, que sobem com a expectativa de juros mais baixos. Ações do setor de mineração e siderurgia também avançam nesta terça com a sinalização de estímulos à economia chinesa.

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Um novo pacote de estímulos chinês anunciado ontem contribuiu pra ganhos no minério de ferro. O movimento contribuía para alta das ações da Vale (VALE3), que subiam mais de 3%.

Em Wall Street, investidores aguardam os resultados de grandes empresas de tecnologia nesta terça-feira, como Microsoft (MSFT) e Alphabet (GOOGL), após o fechamento do pregão.

As atenções também estão voltadas para a decisão de juros nos EUA amanhã (26), em que o Federal Reserve deverá elevar a taxa em 0,25 ponto percentual.

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As ações mais negociadas nesta manhã eram:

No pregão de ontem (24), o Ibovespa fechou no azul, com alta de 0,94%, aos 121.342 pontos. O volume das negociações ficou em R$ 1.049.483.400.

As ações com as maiores altas foram: WEG (WEGE3), com +6,81%; Eneva (ENEV3), com +4,38%; Embraer (EMBR3), com +4,37%.

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As de maior queda foram: Bradesco (BBDC4), com -2,70%; Marfrig (MRFG3), com -3,88%; Minerva (BEEF3), com -4,38%.

No ano, o Ibovespa acumulava alta de 10,58% até o pregão anterior.

-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.

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