Cinco coisas que você precisa saber para começar esta sexta-feira

Em dia de agenda cheia de indicadores, investidores monitoram hoje a divulgação do PIB do Brasil e os dados de emprego do payroll nos EUA

PIB do Brasil é divulgado nesta sexta-feira (1º)
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Bloomberg Línea — Os investidores acompanham nesta sexta-feira (1º) a divulgação de índices econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que deve mostrar desaceleração sobre o trimestre anterior, segundo a Bloomberg.

Nos Estados Unidos, hoje é dia de publicação do relatório de empregos (payroll) e todos os olhares estão virados para esse indicador, já que pode indicar se o aperto monetário irá continuar.

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Na China, foram intensificados os esforços para estimular a economia e apoiar o yuan, em meio a preocupações crescentes dos investidores com as perspectivas de crescimento do país.

Pela primeira vez este ano, o Banco Popular da China reduziu o percentual dos depósitos em moeda estrangeira que os credores precisam manter como reserva, o que em tese libera mais dólares no mercado de câmbio para fortalecer o yuan.

Na zona do euro, o Morgan Stanley (MS) acredita que os dados econômicos mais recentes indicam que o Banco Central Europeu (BCE) não elevará mais as taxas de juros.

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No cenário corporativo, a Tesla (TSLA) apresentou a primeira atualização do sedã Model 3 e reduziu o preço de seus carros nos Estados Unidos e na China, em uma tentativa do CEO, Elon Musk, de impulsionar as vendas da fabricante de veículos elétricos.

Confira a seguir cinco destaques desta sexta-feira (1º):

1. PIB do Brasil

Os investidores estarão atentos hoje à divulgação do PIB do segundo trimestre no Brasil. A expectativa, segundo pesquisa da Bloomberg com economistas, é de desaceleração para 0,3% sobre o trimestre anterior, de 1,9% nos primeiros três meses do ano.

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“Agricultura deve devolver parte do crescimento excepcional do primeiro trimestre, enquanto serviços devem liderar a expansão e investimentos podem ter alguma recuperação”, avalia Adriana Dupita, da Bloomberg Economics.

2. Payroll

Nos Estados Unidos, os dados do payroll que devem ditar o rumo dos mercados. O indicador de emprego pode fornecer mais evidências de um leve arrefecimento no mercado de trabalho, que ainda está bastante apertado.

A questão é se isso será suficiente para interromper o ciclo de aperto monetário do Federal Reserve ou até mesmo levar a cortes de taxas de juros mais cedo.

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A estimativa é de desaceleração para 168.000 vagas em agosto, ante 187.000 em julho.

3. Mercados

Os mercados globais operam em compasso de espera nesta sexta enquanto aguardam dados cruciais sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos.

Na Europa, as principais empresas de energia se destacavam no índice Stoxx Europe 600, com o petróleo caminhando para o maior avanço semanal desde abril. As mineradoras, por sua vez, subiam com as últimas medidas de estímulo da China impulsionando os preços de alguns metais industriais.

Em Wall Street, os contratos futuros do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiam cerca de 0,4% e 0,2%, respectivamente, por volta das 8h35 (horário de Brasília).

4. Manchetes dos principais jornais

Estadão: Cúpula da Americanas: ‘Gastamos todo dinheiro e temos de ir à guerra’, revela ata um mês antes da crise

Folha de S. Paulo: Lula negocia mais dinheiro para o centrão em meio a reforma ministerial

O Globo: Parlamentares reclamam de valor reservado por Lula para fundo eleitoral e preparam aumento

Valor Econômico: G20 na Índia: China e Rússia endurecem posição sobre Ucrânia

5. Agenda

Em dia cheio, além de PIB do Brasil e payroll é divulgado hoje nos Estados Unidos, às 10h45 (horário de Brasília), o PMI Industrial. Às 11h, são divulgados os preços no setor manufatureiro ISM. Às 14h, a contagem de sondas Baker Hughes. Às 17h30, são publicados dados sobre as posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC referentes ao petróleo, ouro, Nasdaq 100 e S&P 500.

No Brasil, às 10h é publicado o PMI Industrial S&P global. Às 17h30, são publicadas as posições líquidas de especuladores no relatório da CFTC referentes ao real.

-- Com informações da Bloomberg News

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