Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Seis anos após o início da pandemia de covid-19, o regime de trabalho presencial se consolidou novamente nas empresas brasileiras – e o mercado imobiliário de escritórios já reflete a mudança em seus indicadores.
São Paulo, maior mercado corporativo do país, registrou em 2025 seu segundo melhor resultado dos últimos cinco anos em absorção líquida, que mede a diferença entre o total locado e o devolvido.
Foram 289.000 metros quadrados absorvidos no ano passado de acordo com dados da CBRE, consultoria global de referência no mercado imobiliário comercial e a maior do Brasil no setor.
Ainda assim, o movimento de retomada dos espaços ainda não foi suficiente para elevar o apetite do investidor pelo real estate corporativo.
O segmento tem apenas 18% de interesse de alocação de investidores este ano na América Latina, contra 40% do setor de logística, que segue sendo o mais desejado da região. Os dados são da pesquisa Investor Sentiment Survey da CBRE, adiantada com exclusividade à Bloomberg Línea.
“Observamos primeiro a queda da vacância antes que o investimento volte, o que ainda pode levar algum tempo”, avaliou Edson Ferrari, vice-presidente da CBRE Brasil.
⇒ Leia a reportagem: Retorno aos escritórios impulsiona locação. Mas investidores continuam cautelosos

No radar dos mercados
As ações internacionais e futuros dos EUA registraram novas perdas no início desta quinta-feira (5), e o petróleo Brent retomou sua trajetória de alta, enquanto a guerra no Oriente Médio causa crescentes interrupções nos mercados de energia.
- China reduz meta de crescimento. Pequim estabeleceu sua meta de crescimento mais modesta desde 1991, um reconhecimento de que o modelo que impulsiona a ascensão econômica do país está mostrando tensões. A meta - uma faixa de 4,5% a 5% - é a primeira redução formal desde 2023.
- Aéreas sob pressão. O setor de aviação global tem sido abalado por problemas financeiros e logísticos ligados à guerra do Irã. O número de voos cancelados para centros do Oriente Médio ultrapassa 23.000 desde o início dos combates.
- Broadcom avança em chips. O CEO da empresa de tecnologia de ponta, Hock Tan, disse que espera que suas vendas de chips de inteligência artificial cheguem a US$ 100 bilhões no próximo ano, marcando uma importante incursão no território dominado pela Nvidia.
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (04/03): Dow Jones Industrials (+0,49%), S&P 500 (+0,78%), Nasdaq Composite (+1,29%), Stoxx 600 (+1,37%), Ibovespa (+1,24%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Raízen avalia recuperação extrajudicial após um aporte de R$ 4 bi de acionistas
• Oncoclínicas busca waiver de debenturistas para descumprir limite de alavancagem
• Nubank compra ‘naming rights’ de estádio do Inter Miami e avança em expansão nos EUA
• Também é importante: Bilionário mexicano prepara sua maior aposta no setor bancário após acordo com o Citi | Ualá, da Argentina, atinge valuation de US$ 3,2 bi em nova rodada de investimentos
• Opinião Bloomberg: Por que os mercados de previsão precisam interromper apostas ligadas a guerras
• Para não ficar de fora: Uso de armas caras contra o Irã testa os limites dos estoques militares dos EUA
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