Vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro diminui, aponta pesquisa Genial/Quaest

Se a eleição fosse hoje, Lula obteria 44% dos votos, contra 39% de Flávio, em um cenário de segundo turno, uma diferença que caiu de 8 pontos percentuais, em julho, para 5 pontos, embora a variação esteja dentro da margem de erro da pesquisa

Presidente busca fortalecer sua campanha à reeleição por meio de estímulos econômicos (Foto: Maira Erlich/Bloomberg)
Por Andrew Rosati - Gabriel Diniz Tavares
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Bloomberg — A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre Flávio Bolsonaro em pesquisas de intenção de voto nas eleições de outubro diminuiu. Um novo levantamento sugere que o candidato conservador está ganhando força à medida que a campanha oficial se intensifica.

Se a eleição fosse hoje, Lula obteria 44% dos votos, contra 39% de Flávio, em um cenário de segundo turno, de acordo com uma pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (5). A vantagem do presidente diminuiu de 8 pontos percentuais, em julho, para 5 pontos, embora o apoio a nenhum dos candidatos tenha variado além da margem de erro da pesquisa.

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Vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro diminui à medida que a corrida eleitoral no Brasil ganha força

Flávio garantiu a indicação presidencial de seu partido no mês passado, apesar de uma briga familiar pública e de alegações que o ligam a um escândalo bancário que envolveu grande parte da classe política brasileira.

O senador ainda não anunciou seu vice. Embora tenha prometido escolher uma mulher para reforçar seu apoio entre as eleitoras, os partidos centristas já bloquearam por duas vezes suas escolhas preferidas.

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Leia também: Lula vê vantagem eleitoral sobre Flávio Bolsonaro diminuir, aponta pesquisa BTG/Nexus

Ele tem ficado atrás de Lula nas pesquisas desde que reconheceu, em maio, ter buscado financiamento junto a Daniel Vorcaro, ex-proprietário do Banco Master, atualmente preso, para um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Embora tenha negado qualquer irregularidade, um ministro do Supremo Tribunal Federal autorizou posteriormente uma investigação policial sobre seus laços com o banqueiro desacreditado.

Enquanto Lula busca fortalecer sua campanha à reeleição por meio de estímulos econômicos, sua equipe se prepara para as repercussões políticas decorrentes de uma investigação sobre um dos filhos do presidente, por supostas acusações de tráfico de influência e corrupção ligadas a negócios envolvendo funcionários do Ministério da Saúde.

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