Revolut pede licença bancária na Suíça e mira alta renda do país em sua expansão global

Fintech planeja investir US$ 183 milhões no mercado suíço em cinco anos e busca fortalecer sua atuação como private banking enquanto avança para atuar como instituição financeira local em mercados das Américas à Austrália

Solicitação de uma licença local no país reflete os esforços da fintech para expandir seus serviços por todo o mundo (Foto: Nathan Laine/Bloomberg)
Por Charlie Wells
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Bloomberg — A Revolut solicitou uma licença bancária na Suíça como parte de sua mais recente iniciativa de expansão após obter aprovações regulatórias para atuar como instituição financeira local em mercados que abrangem desde as Américas até a Austrália.

O pedido da empresa sediada em Londres à Autoridade Suíça de Supervisão do Mercado Financeiro está atualmente em análise, de acordo com um comunicado divulgado na quarta-feira (16).

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A licença permitiria à Revolut oferecer proteção de depósitos de acordo com as normas suíças, IBANs locais, contas de salário e serviços de aquisição de comerciantes.

“Precisamos estar aqui”, afirmou David Tirado, diretor comercial da Revolut, em entrevista à Bloomberg News. “Temos muitos clientes suíços de alta renda que desejamos atender.”


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A solicitação de uma licença local reflete os esforços da fintech para expandir seus serviços por todo o mundo.

O México deu sinal verde há pouco menos de um ano, e a empresa obteve uma licença bancária britânica em março, após ter apresentado o pedido pela primeira vez em 2021. A Austrália seguiu o exemplo em julho, e a França, em agosto. Em setembro, a empresa anunciou ter obtido aprovação condicional para operar como banco nacional nos EUA.

Leia também: Revolut recebe licença bancária na França para ampliar operação na Europa Ocidental

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Uma licença suíça daria à Revolut uma posição mais sólida em um dos centros de riqueza do mundo, em um momento em que a empresa vem se expandindo para o setor de private banking.

A fintech planeja investir 150 milhões de francos suíços (US$ 183 milhões) no mercado suíço nos próximos cinco anos.

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