Bloomberg — O UBS Group eliminou várias centenas de postos de trabalho em suas operações na Europa, Oriente Médio e África, na mais recente rodada de reduções ligada à aquisição do Credit Suisse, há três anos.
Os cortes afetaram principalmente funcionários de áreas de suporte, embora alguns profissionais em funções de atendimento a clientes também tenham sido incluídos, segundo pessoas com conhecimento do assunto que falaram com a Bloomberg News.
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Parte dos empregados cujos cargos foram extintos recebeu ofertas para assumir novas funções dentro da instituição, em uma iniciativa do UBS para amenizar o impacto sobre os trabalhadores, disseram as pessoas, que pediram anonimato por tratarem de informações privadas.
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Um porta-voz do UBS afirmou que o banco manterá os cortes de empregos decorrentes da integração “o mais baixo possível” na Suíça e globalmente. Para reduzir demissões, a instituição está concentrando esforços em internalizar funções atualmente desempenhadas por prestadores de serviços terceirizados, acrescentou o porta-voz.
O quadro de funcionários da UBS encolheu cerca de 17,5 mil pessoas desde a aquisição, segundo os dados mais recentes. Nos meses seguintes ao negócio, o banco planejava eliminar aproximadamente 35 mil postos de trabalho ao fim do processo, informou a Bloomberg News.
O UBS vem buscando reduzir sua força de trabalho desde que a aquisição do Credit Suisse, em 2023, ampliou seu quadro em cerca de 45 mil pessoas, para quase 120 mil funcionários da noite para o dia.
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O banco vendeu algumas unidades e eliminou funções consideradas duplicadas. A instituição também concluiu recentemente a migração dos dados de clientes dos sistemas legados de TI do Credit Suisse para sua própria infraestrutura, tornando pelo menos parte das funções ligadas ao projeto desnecessárias.
Novas reduções de empregos são esperadas ao longo do segundo semestre deste ano, disseram as pessoas.
O UBS oferece apoio aos funcionários afetados, incluindo auxílio para encontrar outras posições dentro da própria instituição, afirmou o porta-voz.
As reduções ocorrerão ao longo de vários anos e serão alcançadas principalmente por meio de desligamentos naturais, aposentadorias antecipadas, mobilidade interna e internalização de funções atualmente executadas por terceiros, acrescentou.
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