Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
O setor de infraestrutura tem sido apontado por grandes investidores institucionais como um dos que apresentam maior potencial para alocação de recursos na economia brasileira. Mas o começo de um novo governo no ano passado trouxe cautela sobre eventuais mudanças em concessões.
Para a Perfin, gestora com histórico de investimentos no setor e R$ 9 bilhões em ativos na área - ao todo, administra R$ 29 bilhões -, o momento de maior incerteza ficou para trás e 2024 começa com perspectivas positivas para infraestrutura e energia, incluindo ativos como a Sabesp.
“De forma geral, toda mudança gera inseguranças. Tivemos um início de 2023 um pouco ruidoso, faz parte do processo, mas, à medida que o governo foi colocando suas medidas em prática, chegamos ao final do ano com uma situação de mais calmaria política e econômica”, disse a sócia e diretora de operações (COO) da Perfin, Carolina Rocha, à Bloomberg Línea.
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No radar dos mercados
Após seis sessões de alta em Nova York, os investidores teriam motivos para uma realização de lucros. O iminente deflator do consumo privado (PCE) dos Estados Unidos, índice inflacionário preferido do Federal Reserve (Fed), para o qual se espera +2,6%, poderia moderar o mercado, embora uma queda o reanimaria. O recente PIB do quarto trimestre dos EUA, surpreendentemente robusto (+3,3%) mostrou que a economia está desafiando todas as previsões de uma recessão.
Enquanto a economia dos EUA mostra força, o Banco Central Europeu (BCE) continua cauteloso com relação à política de taxas de juros. Ontem, ao manter as taxas de juros, a presidente Christine Lagarde evitou dar qualquer pista, insistindo em uma abordagem dependente de dados macroeconômicos.
😶🌫️ Panorama difícil. Depois de fechar o pregão em baixa, a Intel continuava em queda acentuada (mais de -12%) no pré-mercado. Isso porque apresentou prognósticos decepcionantes para vendas e lucro, renovando as dúvidas sobre uma reviravolta há muito prometida na outrora dominante fabricante de chips.
👜 Luxo em alta. As ações da LVMH, dona de marcas como Louis Vuitton, Dior e Tiffany, superavam hoje os 9%, o maior salto desde março de 2022, após o grupo reportar um aumento de 10% nas vendas do quarto trimestre. Os ganhos se espalharam entre seus pares de luxo.
🚛 Choque de realidade. A Volvo, a segunda maior fabricante de caminhões do mundo, vai diminuir progressivamente a produção para se ajustar à demanda atual. Esta decisão vem após um período de interrupções na cadeia de suprimentos que gerou um volume recorde de pedidos.
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🔘 As bolsas ontem (25/01): Dow Jones Industrials (+0,64%), S&P 500 (+0,53%), Nasdaq Composite (+0,18%), Stoxx 600 (+0,30%), Ibovespa (+0,28%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
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