Limpeza de avião: China e EUA conversam sobre novas regras para conter ômicron

Novos requisitos são parte das mudanças que países e setores implementam para tentar frear a propagação de vírus

China e EUA conversam sobre novas regras de limpeza
Por Mary Schlangenstein
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Bloomberg — Estados Unidos e China estudam possíveis mudanças nas aparentes novas regras para limpeza de aeronaves, que obrigaram o retorno de um voo da Delta Air Lines para Seattle e poderiam afetar viagens aéreas para o país asiático.

As discussões foram confirmadas na terça-feira por uma autoridade do Departamento de Estado que falou sob condição de anonimato. Os novos requisitos sanitários da China - em razão da propagação da Covid-19 - estendem significativamente o tempo de permanência dos aviões em solo e são muito semelhantes às medidas já adotadas por companhias aéreas americanas para a higienização entre os voos, disseram representantes do setor. Também há falta de trabalhadores disponíveis para realizar as etapas adicionais, afirmaram.

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Os novos requisitos são parte das mudanças que países e setores implementam para tentar frear a propagação da variante ômicron, que é altamente contagiosa.

A China está comprometida com uma política de tolerância zero para a Covid, com controles das fronteiras e medidas cada vez mais rigorosas para tentar impedir qualquer contágio. A vigilância aumentou com a detecção da nova variante e com a Olimpíada de Inverno de Pequim, que começa no início de fevereiro. Hong Kong, que segue uma estratégia Covid Zero semelhante, exige quarentena de três dias em hotéis para tripulações de carga aérea com o objetivo de limitar a transmissão da ômicron.

Os EUA buscam mudanças nas novas regras de higienização impostas pela China, uma vez que procedimentos de desinfecção rigorosos já são realizados entre os voos no mundo todo, disse a fonte do Departamento de Estado. Companhias aéreas implementaram extensos protocolos de limpeza a bordo no início da pandemia.

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A operação da Delta para a China “continua muito fluida”, disse a empresa, que avalia a mudança dos procedimentos que obrigaram o voo de 21 de dezembro para Xangai a retornar para o local de decolagem em Seattle. A operadora avalia cada voo de Detroit e Seattle com destino a Xangai, disse um porta-voz na terça-feira. A empresa opera os voos duas vezes por semana.

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