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Por que Lula resiste ao ajuste que o mercado quer | O maior roubo de cripto da história

Nesta edição:Decisão de Moraes sobre os passaportes de Flávio Bolsonaro vira problema para LulaGoldman espera que bancos públicos sustentem o crédito em meio a endividamento recordeVale aposta na continuidade da postura moderada do Brasil na geopolíticaLula discute um ajuste fiscal gradual, com meta de superávit primário de 1,5% do PIB até o fim do próximo mandato, enquanto o déficit nominal gira em torno de 10% do PIB. A lembrança da guinada de Dilma Rousseff depois da reeleição de 2014 pesa nos planos do governo. Já o mercado, que viu o Ibovespa cair 13,88% depois da eleição, considera a meta insuficiente. A gente explica o que está em discussão e por que a escolha do próximo ministro da Fazenda virou o assunto do momento.Hackers levaram US$ 6,3 bilhões da Binance, a maior corretora de criptomoedas do mundo, no maior roubo do tipo da história. Empresas de rastreamento atribuem o ataque a uma unidade norte-coreana, e especialistas acreditam que os hackers usam inteligência artificial e entrevistas de emprego falsas para chegar aos alvos.

Os desafios do quarto mandato de Lula | Radar Eleitoral #11, com Ricardo Ribeiro

No último episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é o resultado do segundo turno e os desafios de Lula no quarto mandato. O convidado é Ricardo Ribeiro, analista político da MCM Consultores. Ele explica como a saída de Flávio Bolsonaro do país isolou o bolsonarismo e abriu espaço para Tarcísio de Freitas em 2030. Também avalia que Lula chega mais frágil a este mandato, com um Congresso mais à direita e um mercado desconfiado da política fiscal. Radar Eleitoral é o programa semanal da Bloomberg Línea sobre a corrida presidencial de 2026, com conversas com analistas, economistas e especialistas sobre os temas, os candidatos e os riscos que os mercados acompanharam de perto ao longo da eleição.

Por que Wall Street tirou o pé do Brasil | Como sites de apostas erraram a eleição

Nesta edição:China deve superar os EUA em modelos de IA até 2030, segundo a Bloomberg IntelligenceONU volta a condenar o embargo a Cuba, mas a oposição à resolução bate recordeJuros altos e famílias endividadas pressionam o varejo no novo mandato de LulaCiti, Morgan Stanley e JPMorgan, que recomendavam aumentar a exposição ao Brasil antes da eleição, reverteram as apostas depois da reeleição de Lula. Na segunda-feira, o dólar subiu 8%, a maior alta em mais de duas décadas, o Ibovespa caiu cerca de 14% e os juros futuros dispararam mais de 300 pontos-base. A gente explica o que preocupa os investidores, como o déficit acima de 9% do PIB, e por que gestores como Wells Fargo, Carmignac e GQG veem exagero e oportunidade.Na véspera do segundo turno, Polymarket e Kalshi davam cerca de 80% de chance de vitória a Flávio Bolsonaro, e o mercado acreditou. Em coluna de opinião, Jonathan Levin, da Bloomberg Opinion, mostra que menos de US$ 32 milhões em apostas, feitas sem a participação de quem mora no Brasil, ajudaram a criar e depois evaporar cerca de US$ 130 bilhões em valor na bolsa. Ele também tira lições para as eleições de meio de mandato nos EUA.

Agro na oposição, floresta no centro | Mbappé perde patrocinadores por causa de um meme

Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição:Justiça de São Paulo mantém condenação da 99Food por concorrência desleal contra o iFoodMinha Melhor Amiga lidera a bilheteria e Feito Pipa tenta vaga no OscarAnglo American diz que o Brasil não deve escolher lado na disputa por minerais críticosO agronegócio apoiou Flávio Bolsonaro abertamente e agora fica na oposição, mas com bancada forte no Congresso e uma pauta urgente de dívidas. Do lado do clima, o governo promete zerar o desmatamento até 2030, leva o Brasil à COP31 e busca bilhões para o fundo de florestas, enquanto planeja ampliar a exploração de petróleo.Mbappé contou que seu meme favorito era uma montagem com o próprio rosto sobre a imagem de Mao Tsé-tung. Em poucos dias, sumiu da TV estatal chinesa, teve contas silenciadas, perdeu patrocinadores e viu ações de marcas ligadas a ele caírem em Xangai e Hong Kong. Até pedir desculpas publicamente.

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EUA acolhem Flávio Bolsonaro e colocam relação entre Lula e Trump sob novo teste

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Lula enfrenta pressão para reformar o Supremo por atuação de Alexandre de Moraes