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A Americanas depois da recuperação judicial | O mercado paralelo das canetas emagrecedoras
Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição:Real Time Big Data: Flávio tem 52% dos votos válidos e Lula 48%, no limite da margem de erroCaso de doença de Newcastle em Santa Catarina ameaça exportações de frangoChina alerta para risco de contágio financeiro com juros altos e tensão geopolíticaA Justiça do Rio encerrou a recuperação judicial da Americanas três anos e nove meses depois da revelação de uma fraude contábil de R$ 25,3 bilhões. A gente explica o que a decisão muda e por que credores contestaram a saída. Também mostra como a empresa encolheu e voltou a ter prejuízo, e quais processos ainda correm contra ex-executivos.As canetas emagrecedoras criaram no Brasil um mercado paralelo que deve movimentar R$ 6,5 bilhões só com produtos trazidos ilegalmente do Paraguai, segundo o Itaú BBA. A gente explica como funciona esse comércio, os riscos para a saúde apontados pela Anvisa, a onda de roubos a farmácias e o que pode mudar com os genéricos.
O ajuste fiscal que espera o próximo governo | Radar Eleitoral #10, com Felipe Salto
Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema são os desafios econômicos que o próximo governo vai herdar. O convidado é Felipe Salto, economista-chefe e sócio da Warren e especialista em política fiscal. Na conversa, ele avalia o fim da escala 6x1, que pode somar de 0,3 a 0,4 ponto à inflação e deve pesar mais sobre varejo e serviços, e calcula que as medidas anunciadas na reta final da campanha podem custar entre R$ 45 bilhões e R$ 47 bilhões em 2027, num orçamento que já parte de uma receita otimista. Para Salto, o Brasil não vive uma crise fiscal, mas a política do "feijão com arroz" já não basta: com a despesa crescendo bem acima do PIB, o ajuste vai ser inevitável, seja com Lula ou com Flávio Bolsonaro, e a dificuldade estará em aprovar esse ajuste no novo Congresso.
A França em chamas e o fim da era Macron | A ressaca do mercado na América Latina
Nesta edição:Justiça Eleitoral manda a Meta tratar Lula e Flávio de forma igual, e a empresa nega favorecer um ladoPorta-voz de Trump deixa o cargo depois de menos de uma semanaDepois de eleições que levaram a direita ao poder, bolsas e moedas dispararam na Colômbia, no Chile e em outros países da América Latina. Agora os ganhos perdem força, e gestores reduzem a aposta na região. A gente explica o que aconteceu com Colômbia, Peru, Equador e Argentina e por que analistas veem um alerta para o Brasil, onde as ações subiram mais de 20% desde agosto.Mais de meio milhão de pessoas foram às ruas na França contra o custo de vida, com saques, prédios históricos incendiados e 1.800 detidos, segundo o governo. A gente explica a crise e a briga política que veio depois. Também mostra como Emmanuel Macron, nos últimos meses de mandato, tenta manter relevância na Europa sem força política em casa.
A estrada da Amazônia que entrou na eleição | Chile e Bolívia ensaiam as pazes
Nesta edição:Procura por proteção contra alta do dólar chega ao maior nível desde 2020 com pesquisas mais apertadasBrasil vira o segundo maior mercado da Roblox, e o BBB ganha versão na plataformaHavan vai crescer no Norte e no Nordeste sem abrir capital, diz Luciano HangA BR-319, de quase 900 quilômetros entre Porto Velho e Manaus, tem cerca de metade do trajeto em terra e virou tema do segundo turno. A gente explica por que quem vive no Amazonas quer a estrada e por que ambientalistas temem o desmatamento. Também mostra a briga entre ministros sobre se a obra é manutenção ou asfaltamento, e o que Lula e Flávio Bolsonaro propõem para a região.Chile e Bolívia não têm relações diplomáticas desde 1978, e o presidente chileno José Antonio Kast faz a primeira visita de Estado a La Paz em mais de 70 anos. A gente explica a disputa pelo mar, o que está na pauta (energia, portos e segurança) e os atritos que ainda pesam, como a apreensão de madeira supostamente impregnada com drogas.







