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As contas do segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro | Radar Eleitoral #08, com Bruno Soller
Flávio Bolsonaro surpreendeu ao superar Lula por quase 2 pontos no primeiro turno, e a direita também avançou no Senado. No Radar Eleitoral de hoje, o cientista político Bruno Soler, sócio da Real Time Big Data, analisa por que as medidas de última hora do governo — reajuste do Bolsa Família, proibição das bets — não conseguiram reverter o clima de mudança, qual deve ser a transferência de votos dos candidatos eliminados, e por que a frase "é a economia, estupendo" explica a desconexão entre os números oficiais e a vida real do eleitor. Bruno também comenta o efeito da abstenção, o que esperar de um eventual governo Flávio na frente fiscal, e os nomes que podem compor sua equipe econômica.
Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno | Por que o petróleo não sai dos US$ 100
Nesta edição:Sánchez convoca eleição antecipada na Espanha após derrota do plano de moradiaDBS diz que a Nvidia mostra que o rali da inteligência artificial não é bolhaPetrobras estuda tornar o Brasil 100% autossuficiente em dieselFlávio Bolsonaro terminou o primeiro turno à frente de Lula, com cerca de 47% contra 45%, e a direita avançou no Senado e nos estados. A gente organiza o que isso muda: a disputa pelo segundo turno, a nova força do Senado diante do STF, a reação do mercado às propostas fiscais dos dois candidatos, o papel do Banco Master na campanha e o fator Trump.O petróleo continua acima de US$ 100 mesmo com a produção do Oriente Médio quase normalizada. A gente explica os cinco motivos apontados pela Bloomberg, do medo de uma nova escalada aos estoques mais baixos em cinco anos, e mostra como a crise do diesel chega ao Brasil, que passou a depender dos Estados Unidos e viu a Petrobras reabrir a discussão sobre autossuficiência.Versão curta: O que o primeiro turno mudou na política e no mercado, e por que o petróleo não sai dos US$ 100.
Lula e Flávio apostam na Caixa | Rússia planeja mais 3 anos de guerra
Lula e Flávio Bolsonaro apresentaram planos parecidos para os endividados, e os dois passam pela Caixa Econômica Federal. A gente explica por que o banco com a maior carteira de crédito do país, responsável por quase 70% do financiamento da casa própria, virou peça central da eleição, como cada governo usou a Caixa nos últimos anos e o que o próximo presidente vai ter nas mãos.A Rússia enviou ao parlamento um orçamento com gasto militar recorde por pelo menos três anos: 17 trilhões de rublos em 2027. Para pagar, o governo aperta mineradoras, cria impostos, vende ativos confiscados de empresas estrangeiras e aumenta a conta de luz das famílias. No mesmo dia, o chefe da OTAN pediu que a Europa se prepare para mais ataques híbridos. A gente mostra de onde vem o dinheiro e como a Europa responde.
Por que os bancos trocaram hospital por laboratório | O futebol sobrevive sem as bets?
Nesta edição: • Piloto ataca colega e tenta derrubar voo da FlyDubai; passageiro e tripulação evitam tragédiaBrasil esgota cota de carne bovina na China e passa a pagar tarifa extra de 55%Carmed chega a Portugal com o nome Flavy e mira América LatinaOs bancos estão trocando hospitais por laboratórios. O Fleury sobe cerca de 50% no ano, a Dasa ganhou recomendação de compra, e enquanto isso a Hapvida viu o lucro quase zerar e outras redes foram renegociar dívidas na Justiça. A gente explica por que fazer exame virou um negócio melhor do que internar, quem é a exceção entre os hospitais e o que isso diz sobre a saúde privada no Brasil.O governo anunciou o fim das bets a poucos dias da eleição, e os clubes de futebol podem perder cerca de R$ 1 bilhão em patrocínio. De um lado, as famílias mandam em média R$ 4,7 bilhões por mês via Pix para as apostas e as dívidas batem recorde. Do outro, os clubes dependem das bets para um terço da receita comercial e devem mais do que faturam. A gente mostra os argumentos dos dois lados e o que vem agora.









