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A Anthropic vai à bolsa e avisa sobre os riscos da IA | O que as montadoras europeias podem aprender com os relógios suíços

Nesta edição:Os banqueiros mais ricos do Brasil perdem US$ 10 bilhões após a vitória de LulaO iPhone Duo, primeiro dobrável da Apple, chega às lojas com relatos de tela rachadaTSE desmente Flávio Bolsonaro sobre fiscais do PL na sala-cofreA Anthropic, criadora do Claude, pediu para abrir capital na Nasdaq com uma avaliação estimada entre US$ 1,4 trilhão e US$ 1,5 trilhão. O prospecto mostra receita de US$ 16,3 bilhões no semestre e um prejuízo de US$ 80,7 bilhões, causado em boa parte pela própria valorização da empresa. O documento também traz um aviso raro: a IA pode agir de forma não intencional e representar riscos catastróficos para a humanidade. Explicamos o que são as notas conversíveis, quanto a empresa gasta com computação e por que o mercado vai ter que decidir se tanta franqueza vale prêmio ou desconto.Pressionadas pelos carros chineses, as montadoras europeias cortam empregos e pedem proteção. Uma coluna da Bloomberg Opinion sugere outro caminho: estudar a Suíça, que quase perdeu a indústria de relógios para o quartzo japonês nos anos 1970 e voltou por cima com luxo no topo e Swatch na base. Mostramos o que Ferrari, Renault e BMW já estão fazendo, quanto custaria um carro elétrico 100% europeu e o que essa história tem a ver com o avanço das marcas chinesas no Brasil.

O quarto mandato de Lula | A guerra fria no fundo do mar

Nesta edição:Bitcoin cai abaixo de US$ 80 mil em meio a onda de venda ligada à inteligência artificialAs cinco maiores potências militares da Europa devem apontar a Rússia como a maior ameaça ao continenteLula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, que pediu a anulação do segundo turno alegando que o STF mudou as regras durante a votação. A gente explica a polêmica sobre o horário de votação, como foi a reta final da campanha e o discurso da vitória. Também mostra o que Lula vai enfrentar no quarto mandato: contas apertadas e um Congresso em que o PL será a maior bancada.Mais de 95% do tráfego de dados do planeta passa por cabos no fundo do mar, e eles viraram uma nova frente da disputa tecnológica entre Estados Unidos e China, segundo coluna da Bloomberg Opinion. A gente explica por que esses cabos importam, como as rotas estão mudando para fugir da China e por que a próxima batalha é a dos data centers.

Como o Made in China virou objeto de desejo | A ONU, a Meta e o segundo turno

Nesta edição:Cade recomenda arquivar a queixa da Aiqfome contra o iFood sobre exclusividade no interiorAssessor de Flávio Bolsonaro diz que a Petrobras não será privatizadaBrasil fica em segundo lugar em ranking de IA da Cepal, atrás do ChileEspecialistas da ONU dizem que a Meta aparentemente restringiu de forma desproporcional um dos lados da eleição brasileira, em episódios parecidos com as queixas da campanha de Lula. A Meta nega favorecer qualquer candidato e atribui os problemas a falhas técnicas. A gente explica a decisão da Justiça Eleitoral, a versão da empresa para cada caso e por que os algoritmos viraram tema central a poucos dias do segundo turno.O rótulo Made in China, que já foi sinônimo de produto barato, virou símbolo de status entre fotógrafos, colecionadores e corredores. A gente explica como marcas chinesas conquistaram os consumidores mais exigentes, do fabricante de lentes que responde aos comentários ao tênis que viralizou no Reddit sem gastar com marketing.

As promessas bilionárias do segundo turno | Trump contra a Califórnia

Nesta edição:O Carrefour estima impacto de até 200 milhões de euros com os protestos na França, e as ações tiveram a maior queda em um dia desde 2017.Elon Musk diz que Tesla e SpaceX estudam uma fusão, que seria a maior da história.Putin diz estar pronto para retomar negociações de paz com os EUA e a Ucrânia, possivelmente no começo de novembro.A poucos dias do segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aceleraram as promessas para conquistar os indecisos. Lula anunciou medidas que devem custar mais de R$ 50 bilhões, como o Pé de Meia para universitários e a Tarifa Zero nos fins de semana. Flávio fala em um fundo de R$ 3 trilhões para renegociar dívidas, na volta do Perse e num cashback via Pix, sem dizer onde vai cortar gastos. Neste episódio, a gente explica quanto custam essas promessas e por que, segundo a Bloomberg Economics, quem ganhar vai ter que escolher entre desagradar o eleitor ou o mercado.Nos Estados Unidos, a menos de duas semanas da eleição que define o controle do Congresso, o governo Trump processou a Califórnia para separar 20 mil votos pelo correio de supostos estrangeiros. O estado e o Partido Democrata reagiram na Justiça e dizem que os dados do governo são frágeis. Em Nevada, uma lista de quase 16 mil nomes caiu para 185. A gente mostra os argumentos dos dois lados e por que a confiança na contagem dos votos virou campo de batalha antes mesmo da eleição.

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