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A estratégia do dia

A estrada da Amazônia que entrou na eleição | Chile e Bolívia ensaiam as pazes

Nesta edição:Procura por proteção contra alta do dólar chega ao maior nível desde 2020 com pesquisas mais apertadasBrasil vira o segundo maior mercado da Roblox, e o BBB ganha versão na plataformaHavan vai crescer no Norte e no Nordeste sem abrir capital, diz Luciano HangA BR-319, de quase 900 quilômetros entre Porto Velho e Manaus, tem cerca de metade do trajeto em terra e virou tema do segundo turno. A gente explica por que quem vive no Amazonas quer a estrada e por que ambientalistas temem o desmatamento. Também mostra a briga entre ministros sobre se a obra é manutenção ou asfaltamento, e o que Lula e Flávio Bolsonaro propõem para a região.Chile e Bolívia não têm relações diplomáticas desde 1978, e o presidente chileno José Antonio Kast faz a primeira visita de Estado a La Paz em mais de 70 anos. A gente explica a disputa pelo mar, o que está na pauta (energia, portos e segurança) e os atritos que ainda pesam, como a apreensão de madeira supostamente impregnada com drogas.

Elite empresarial brasileira atrás de Flávio | O drone da Shell contra furacões

Nesta edição:Portugal escolhe a Lufthansa para comprar até 49,9% da TAPRegulador diz que o futebol inglês está à beira de um desastre financeiroAprovação de Keiko Fujimori, presidente do Peru, cai para 28,3%Depois do primeiro turno, banqueiros, investidores e executivos passaram a disputar reuniões com Flávio Bolsonaro e seus assessores, incluindo empresários que há um mês ajudavam a organizar jantar com Lula, segundo a Bloomberg. A gente explica quem está se aproximando, o que os empresários querem de um eventual governo e o que ainda os preocupa, como a lembrança de nomes que deixaram o governo Jair Bolsonaro no meio do caminho.A Shell virou a primeira petroleira autorizada nos EUA a usar drones em plataformas no mar. O objetivo é religar a produção mais rápido depois de furacões e economizar quase US$ 50 milhões em três anos. A gente explica como funciona a inspeção hoje, o que muda com os drones e por que tempestades mais fortes viraram uma ameaça constante para o petróleo do Golfo do México.

A febre perigosa das e-bikes nos EUA | A crise eleitoral e a inflação na Índia

Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado]Nesta edição:Crise da dívida europeia volta a assustar, mas emergentes estão mais preparados, dizem analistasVendas da principal divisão da LVMH caem 5% com boicote à Louis Vuitton na ChinaMilhares protestam contra água contaminada em Guadalajara, no México, e 50 são detidosAs bicicletas elétricas viraram febre entre adolescentes americanos e estão ligadas a mais de 155 mil atendimentos em pronto-socorro e mais de 300 mortes entre 2017 e 2024. A gente explica por que muitas são, na prática, motos disfarçadas e como estados e cidades estão reagindo, de proibições por idade a um programa de recompra. Também mostra o debate entre pais que pedem proibição e os que preferem regras de segurança.Na Índia, mais de 130 milhões de nomes ficaram fora das listas preliminares de eleitores. Uma investigação jornalística sobre a revisão levou a protestos, detenções em massa e uma marcha da oposição até a Suprema Corte. Ao mesmo tempo, a inflação chegou a 5,54%, a rúpia está entre as piores moedas da Ásia e o banco central subiu os juros pela primeira vez em quase quatro anos.

A tese do 'fim da Nova República' | Radar Eleitoral #09, com Guilherme Casarões

Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é o que a nova configuração política desenhada no primeiro turno pode significar para as regras do jogo no Brasil.O convidado é Guilherme Casarões, professor na Florida International University e da FGV EAESP, que publicou depois do resultado do primeiro turno um artigo em que fala no 'fim da Nova República'. Na conversa, ele explica o que entende por isso: não a queda imediata da Constituição de 88, mas o esgotamento do pacto que organizou a política brasileira desde o fim do regime militar, o presidencialismo de coalizão, baseado em negociação, concessão e busca de consenso. Para Casarões, esse pacto já vinha 'respirando por aparelhos', corroído pela frustração de parte da população com entregas que considera insuficientes e por três movimentos posteriores a 2014: o processo de impeachment de Dilma Rousseff, o avanço do Congresso sobre o orçamento a partir da gestão de Eduardo Cunha na Câmara, e a disfuncionalidade atual, em que o Congresso executa orçamento e o Judiciário legisla.Radar Eleitoral é o programa semanal da Bloomberg Línea sobre a corrida presidencial de 2026, com conversas com analistas, economistas e especialistas para entender os temas, os candidatos e os riscos que os mercados estão acompanhando de perto até a eleição.

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