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Panobianco abre 3 vezes mais que a Smart Fit | Como a Índia desligou o cassino de opçõe

Diversifique seus investimentos internacionais com liberdade, transparência e facilidade. Conheça a Remessa Online, acesse o site ou baixe o app. [Patrocinado]Nesta edição:Governo reajusta o Bolsa Família em 15% e mercado reage com dólar em alta e juros disparandoPetrobras assina oito blocos exploratórios na Costa do Marfim para repor reservas antes do pico do pré-salEUA vão vender até 48 caças F-35 à Arábia Saudita por US$ 24,3 bilhões, e Israel reageA Panobianco abriu 17 academias em agosto, quase o triplo da Smart Fit, pelo segundo mês seguido. Explicamos os dois modelos: a líder cresce com imóvel próprio nas capitais e controla 37% do mercado de agregadores via TotalPass; a rival cresce por franquia em cidades com menos de 500 mil habitantes. E o contexto de um país que virou o segundo do mundo em número de academias, com 15 milhões de alunos.No segundo bloco, uma cidade de 28 mil habitantes na Índia, famosa por sorvete, virou sala de trading, e o país passou a responder por 84% do volume global de opções. Contamos como smartphone barato, corretora de desconto e vencimento diário criaram um cassino de bolso, por que nove em cada dez perderam dinheiro, como o regulador desligou a máquina, e o caso da Jane Street, acusada de lucrar US$ 4,3 bilhões do outro lado da mesa.

Canadá é convidado para entrar na UE | A LVMH sai do top 10 da Europa

Nesta edição:Mônaco deve sair da "lista cinza" de dinheiro sujo do GAFI em outubro, junto com Bulgária e Costa do MarfimBuenos Aires lidera ranking de melhores cidades da América Latina; São Paulo fica em 6º e Brasília em 10ºArábia Saudita corre para religar o oleoduto que contornava Ormuz, fechado após ataques de droneUrsula von der Leyen propôs que o Canadá vire o primeiro "membro associado" da União Europeia — uma categoria que não existe e que ninguém sabe ainda o que significa. Explicamos por que a Europa prefere o Canadá ao Reino Unido pós-Brexit, o que a guerra comercial de Trump tem a ver com isso, o acordo negociado há dez anos que dez países ainda não ratificaram, e o que os dois lados querem de concreto: minerais críticos, defesa, IA e o Ártico.No segundo bloco, a LVMH saiu do top 10 das empresas mais valiosas da Europa pela primeira vez desde 2017, com queda de 55% desde o pico de 2023. Parte do estrago vem da China — e de um processo que a Louis Vuitton moveu contra uma rede de chá por causa de uma flor de quatro pétalas. A marca ganhou no tribunal e viu as vendas no país caírem 30% em julho

Entenda o julgamento do STF | Rivais de IA se unem e Trump chama de farsa

Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição: • STF tenta julgar o caso Moraes, chega a 4 a 3 e trava em pedido de vista de até 90 dias • Oncoclínicas troca de CFO pela segunda vez em menos de um ano, no meio de reestruturação de R$ 5,1 bi • Frete para a China dispara e mineradoras de Minas param produçãoA primeira sessão do Supremo sobre a crise do Banco Master terminou sem decisão. Explicamos o que estava em jogo, quem votou o quê, por que a questão de ordem de Gilmar Mendes travou tudo, o que Moraes e Mendonça alegam um contra o outro, por que dois ministros se declararam impedidos, e o que o pedido de vista de Flávio Dino significa para o calendário eleitoral.No segundo bloco, a OpenAI confirmou que está trabalhando com Anthropic e Google DeepMind em segurança de IA, depois de um ensaio de Dario Amodei pedindo freio nos sistemas mais avançados. Em Washington, a empresa disse apoiar "tudo o que conseguirmos aprovar" no Congresso. Trump chamou o movimento de farsa, e a Câmara sai de recesso até depois das eleições.

Serasa: o Brasil tem recorde de 83,9 milhões de inadimplentes | Radar Eleitoral #05, com Camila Abdelmalack

Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema é como a situação financeira das famílias e das empresas brasileiras afeta a economia e entra no debate eleitoral.A convidada é Camila Abdelmalack, economista-chefe e gerente executiva de Estudos Econômicos da Serasa Experian. Segundo os dados que ela apresenta, o Brasil vive um momento recorde de inadimplência: 83,9 milhões de brasileiros inadimplentes, cerca de 51% da população adulta, e mais de R$ 500 bilhões em dívidas negativadas, quadro puxado principalmente por famílias de renda mais baixa. Camila explica por que essa alta não se deve apenas à maior bancarização e ao acesso a crédito, mas sobretudo ao acúmulo de dívidas contraídas a juros elevados por um período prolongado, e por que ela considera prematuro afirmar que o pior momento já passou.

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