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Um banco quebra e o presidente do Paraguai renuncia | O problema de capital do Banco do Brasil

Nesta edição: • Marco Rubio avalia deixar o governo Trump, segundo fontes; Departamento de Estado negaLula inicia conversas sobre economia com Guido Mantega e economistas ligados ao PTCEO do Itaú vê sobreoferta de crédito e um 2027 desafiadorO presidente do Paraguai, Santiago Peña, renunciou pouco mais de 48 horas depois da intervenção no Ueno Bank, que atendia cerca de um em cada três paraguaios e tinha vínculos com o governo. A gente explica como a crise bancária virou crise política, o que acontece agora com a sucessão, a reação dos mercados, a corrida aos outros bancos e o peso geopolítico de um dos aliados mais próximos dos EUA na região.O Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio, entra no novo mandato de Lula com ações em queda, lucro menor, inadimplência em alta no campo e dúvidas sobre a qualidade do seu capital. A gente explica o papel dos créditos fiscais, por que um aporte do governo é difícil e por que a BB Seguridade pode ser a primeira fonte de recursos.

O banco que atendia 1 em cada 3 paraguaios quebrou | O que a virada democrata muda para Trump e para a IA

Nesta edição:Brasil apresenta roteiro global para abandonar combustíveis fósseis até 2035, às vésperas da COP31Investidor imobiliário fica mais seletivo com a perspectiva de juros altosAmérica Latina lidera alta em inclusão financeira, com o Brasil à frente da regiãoO Banco Central do Paraguai fechou o Ueno Bank, banco digital com mais de 2,9 milhões de clientes num país de 6,1 milhões de habitantes, por causa de uma crise de solvência. Clientes ficaram sem acesso ao dinheiro, o comércio falou em semiparalisia, oito pessoas ligadas ao banco são alvo de mandados de prisão e a crise chegou ao presidente Santiago Peña, ex-investidor da holding do banco.Segundo as projeções, os democratas conquistaram a Câmara e o Senado dos EUA, o primeiro freio real ao poder de Trump desde a volta à Casa Branca. A gente explica o que muda em Washington, como os mercados reagiram e por que novos governadores democratas podem frear a expansão dos data centers de inteligência artificial.

Robôs no armazém da Unilever | A empresa chinesa que quer substituir remédio por aparelho

Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição:Mercado Bitcoin sofre ataque hacker de US$ 40 milhões e diz que vai arcar com o prejuízoBYD mais do que dobra sua fatia no mercado brasileiro e mira a liderança até 2030Apple supera previsões no primeiro balanço de John Ternus, mas margens menores derrubam açõesA Unilever investiu R$ 145 milhões em 18 meses num projeto de logística no Brasil, que inclui o primeiro hub automatizado do grupo no país, em Itupeva (SP). Com robôs, descarregamento automático e inteligência artificial para prever a demanda diariamente, a capacidade logística da empresa no país cresceu cerca de 40%, e o modelo pode ser levado para Argentina e México.A chinesa BrainCo, rival da Neuralink, quer lançar em dois a três anos um dispositivo de interface cérebro-computador que reduziria o apetite por estimulação cerebral, uma espécie de versão eletrônica dos remédios à base de GLP-1. A gente explica a tecnologia, o que a empresa já faz e o que ainda precisa ser provado.

O caso Mbappé e o risco de vender na China | Cartão de crédito vira tema de eleição nos EUA

Nesta edição:Bancos globais reavaliam empréstimos por causa do Super El NiñoChina lidera a corrida por robôs domésticos, com 97% das entregas de humanoidesUnião Europeia e Canadá negociam aliança inédita para reduzir dependência de EUA e ChinaA reação contra Kylian Mbappé na China, com contratos rompidos, jogos bloqueados na TV estatal e ações de patrocinadoras em queda, virou um alerta para as marcas globais. Analistas do Eurasia Group explicam por que o espaço para erro ficou menor num momento político delicado, por que o antigo manual de pedir desculpas e esperar deixou de funcionar e o que NBA, H&M, Nike e Louis Vuitton já aprenderam no país.Às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA, com os juros médios do cartão acima de 20% ao ano e mais de 40% dos adultos carregando dívida de um mês para o outro, democratas e republicanos defendem limitar as taxas. Os bancos reagem, 72% dos eleitores apoiam um teto de 10% e famílias recorrem a alternativas como o compre agora, pague depois.

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