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A estratégia do dia

Como o Made in China virou objeto de desejo | A ONU, a Meta e o segundo turno

Nesta edição:Cade recomenda arquivar a queixa da Aiqfome contra o iFood sobre exclusividade no interiorAssessor de Flávio Bolsonaro diz que a Petrobras não será privatizadaBrasil fica em segundo lugar em ranking de IA da Cepal, atrás do ChileEspecialistas da ONU dizem que a Meta aparentemente restringiu de forma desproporcional um dos lados da eleição brasileira, em episódios parecidos com as queixas da campanha de Lula. A Meta nega favorecer qualquer candidato e atribui os problemas a falhas técnicas. A gente explica a decisão da Justiça Eleitoral, a versão da empresa para cada caso e por que os algoritmos viraram tema central a poucos dias do segundo turno.O rótulo Made in China, que já foi sinônimo de produto barato, virou símbolo de status entre fotógrafos, colecionadores e corredores. A gente explica como marcas chinesas conquistaram os consumidores mais exigentes, do fabricante de lentes que responde aos comentários ao tênis que viralizou no Reddit sem gastar com marketing.

As promessas bilionárias do segundo turno | Trump contra a Califórnia

Nesta edição:O Carrefour estima impacto de até 200 milhões de euros com os protestos na França, e as ações tiveram a maior queda em um dia desde 2017.Elon Musk diz que Tesla e SpaceX estudam uma fusão, que seria a maior da história.Putin diz estar pronto para retomar negociações de paz com os EUA e a Ucrânia, possivelmente no começo de novembro.A poucos dias do segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aceleraram as promessas para conquistar os indecisos. Lula anunciou medidas que devem custar mais de R$ 50 bilhões, como o Pé de Meia para universitários e a Tarifa Zero nos fins de semana. Flávio fala em um fundo de R$ 3 trilhões para renegociar dívidas, na volta do Perse e num cashback via Pix, sem dizer onde vai cortar gastos. Neste episódio, a gente explica quanto custam essas promessas e por que, segundo a Bloomberg Economics, quem ganhar vai ter que escolher entre desagradar o eleitor ou o mercado.Nos Estados Unidos, a menos de duas semanas da eleição que define o controle do Congresso, o governo Trump processou a Califórnia para separar 20 mil votos pelo correio de supostos estrangeiros. O estado e o Partido Democrata reagiram na Justiça e dizem que os dados do governo são frágeis. Em Nevada, uma lista de quase 16 mil nomes caiu para 185. A gente mostra os argumentos dos dois lados e por que a confiança na contagem dos votos virou campo de batalha antes mesmo da eleição.

A Americanas depois da recuperação judicial | O mercado paralelo das canetas emagrecedoras

Investir no exterior ficou mais simples. Com a Remessa Online, você envia recursos para sua corretora internacional de forma prática, segura e acessível. Baixe o app e diversifique seus investimentos. [Patrocinado]Nesta edição:Real Time Big Data: Flávio tem 52% dos votos válidos e Lula 48%, no limite da margem de erroCaso de doença de Newcastle em Santa Catarina ameaça exportações de frangoChina alerta para risco de contágio financeiro com juros altos e tensão geopolíticaA Justiça do Rio encerrou a recuperação judicial da Americanas três anos e nove meses depois da revelação de uma fraude contábil de R$ 25,3 bilhões. A gente explica o que a decisão muda e por que credores contestaram a saída. Também mostra como a empresa encolheu e voltou a ter prejuízo, e quais processos ainda correm contra ex-executivos.As canetas emagrecedoras criaram no Brasil um mercado paralelo que deve movimentar R$ 6,5 bilhões só com produtos trazidos ilegalmente do Paraguai, segundo o Itaú BBA. A gente explica como funciona esse comércio, os riscos para a saúde apontados pela Anvisa, a onda de roubos a farmácias e o que pode mudar com os genéricos.

O ajuste fiscal que espera o próximo governo | Radar Eleitoral #10, com Felipe Salto

Neste episódio do Radar Eleitoral, o videocast da Bloomberg Línea sobre as eleições de 2026, o tema são os desafios econômicos que o próximo governo vai herdar. O convidado é Felipe Salto, economista-chefe e sócio da Warren e especialista em política fiscal. Na conversa, ele avalia o fim da escala 6x1, que pode somar de 0,3 a 0,4 ponto à inflação e deve pesar mais sobre varejo e serviços, e calcula que as medidas anunciadas na reta final da campanha podem custar entre R$ 45 bilhões e R$ 47 bilhões em 2027, num orçamento que já parte de uma receita otimista. Para Salto, o Brasil não vive uma crise fiscal, mas a política do "feijão com arroz" já não basta: com a despesa crescendo bem acima do PIB, o ajuste vai ser inevitável, seja com Lula ou com Flávio Bolsonaro, e a dificuldade estará em aprovar esse ajuste no novo Congresso.

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