Minério de ferro reduz alta semanal à espera de novas medidas na China

Na semana, matéria-prima teve alta de 1,5% com otimismo de que o governo em Pequim anunciaria mais estímulos na Assembleia Popular Nacional

Futuros da matéria-prima siderúrgica chegaram a ser negociados com queda de até 2,8% nesta sexta
Por Jason Scott
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Bloomberg — O minério de ferro reduziu seu primeiro ganho semanal desde meados de fevereiro, com o mercado à espera de mais medidas de estímulo do governo chinês para impulsionar os setores de construção e imóveis.

Os futuros da matéria-prima siderúrgica chegaram a ser negociados com queda de até 2,8% nesta sexta-feira (8) em Singapura, a US$ 113,50 a tonelada, mas depois recuperaram parte das perdas.

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A alta da semana ficou em cerca de 1,5%, mais ou menos metade do ganho até quinta-feira (7), que foi impulsionado pelo otimismo de que o governo em Pequim anunciaria mais estímulos na Assembleia Popular Nacional.

Embora tenham faltado medidas de estímulo ousadas na reunião, o governador do Banco Popular da China, Pan Gongsheng, disse que ainda há espaço para reduzir a alíquota de depósito compulsório dos bancos, o que permitiria aos credores conceder mais empréstimos.

O presidente da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, Zheng Shanjie, disse que a meta de crescimento de 5% do PIB “pode ser alcançada através de esforços vigorosos”.

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Provavelmente serão necessários mais estímulos fiscais para que a China atinja sua meta de crescimento, segundo analistas.

Enquanto isso, persistem as preocupações com o setor de construção em um momento em que o país normalmente entra na alta temporada de obras, em março e abril.

Esses receios ajudaram a puxar uma queda de cerca de 14% do minério de ferro nas duas semanas anteriores.

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