A expansão de um império do chá no Brasil

Também no Breakfast: A nova proposta de bancos credores à Raízen, segundo fontes | A volta do impulso das ações de tecnologia para o S&P 500 | A redução de voos pelas companhias aéreas com a disparada dos combustíveis

Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Controlada pela Coca-Cola desde 2007, a Leão Alimentos e Bebidas vê espaço para dobrar de tamanho até o fim da década, de olho em um aumento do consumo de chás, o carro-chefe da empresa fundada há 125 anos em Curitiba.

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A marca líder no mercado brasileiro iniciou um ciclo de investimentos em capex de R$ 100 milhões até 2030, sendo 60% destinados à modernização de equipamentos e 40% à ampliação da capacidade produtiva.

O novo investimento é aplicado depois de a empresa aplicar R$ 60 milhões nos últimos quatro anos na mesma estrutura.

“O Brasil tem um grande mercado promissor ainda a se desenvolver”, disse o CEO Marcelo Corrêa em entrevista à Bloomberg Línea.

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⇒ Leia a reportagem: A Leão construiu um império do chá no Brasil. Agora planeja dobrar de tamanho

Fábrica da Leão, produtora de chás

No radar dos mercados

O petróleo operava em alta e derrubava os futuros de ações americanas e títulos do Tesouro dos EUA após um fim de semana turbulento no Oriente Médio lançar dúvidas sobre as perspectivas das negociações de paz antes de um prazo iminente de cessar-fogo.

- Petróleo em alta. O Brent subiu 6%, em direção a US$ 96 por barril, depois que a Marinha americana realizou a primeira apreensão de uma embarcação iraniana no Estreito de Ormuz. No fim de semana, o Irã interrompeu o tráfego pela via aquática menos de 24 horas depois de dizer que os navios podiam passar livremente.

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- Emissões de títulos de emergentes. As ofertas de mercados emergentes voltaram a ganhar força. Neste mês, as emissões em dólares e euros de países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, já superam em cerca de 200% os volumes registrados em abril do ano passado, segundo dados da Bloomberg.

- Revolut mira IPO em dois anos. O CEO Nik Storonsky disse querer levar o banco digital à bolsa, mas não antes de 2028, estendendo o prazo de uma das ofertas mais aguardadas da Europa. “Daqui a dois anos”, disse Storonsky em entrevista a David Rubenstein, da Bloomberg TV.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

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Mercados abertura 20/04/2026
🔘 As bolsas na sexta-feira (17/04): Dow Jones Industrials (+1,79%), S&P 500 (+1,20%), Nasdaq Composite (+1,52%), Stoxx 600 (+1,56%), Ibovespa (-0,55%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Bancos credores da Raízen apresentam nova proposta de reestruturação, dizem fontes

Ganhos de US$ 4 trilhões: como as ações de tecnologia voltaram a impulsionar o S&P 500

De Delta a United, aéreas cortam voos e reduzem frotas com disparada do combustível

• Também é importante: Setor de relógios de luxo teme ‘tempestade perfeita’ com guerra e aumento de custos | Como Lucas Moraes aplica a filosofia de Buffett nos negócios e nas provas de rally

• Opinião Bloomberg: Copa do Mundo: preços elevados afastam torcedores. Mas ainda há esperança

• Para não ficar de fora: Trump flexibiliza restrições a drogas psicodélicas para tratamentos e pesquisas

Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)