Dólar tem alta recorde e Ibovespa fecha no azul com melhora do cenário externo

After Hours: Sentimento de cautela continuou ditando o rumo dos mercados; atenções recaem agora sobre dados de emprego nos EUA amanhã (2)

After hours
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Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) encerrou o pregão desta quinta-feira (1) em alta de 0,81%, aos 110.405 pontos, seguindo a melhora de humor no exterior. O sentimento, contudo, permaneceu o de cautela, contribuindo para uma valorização do dólar.

A moeda americana atingiu um recorde de alta com a especulação de que os dados mais recentes forçarão o banco central dos Estados Unidos a aumentar as taxas em 0,75 ponto percentual em sua próxima reunião, no final do mês.

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Diversos membros do Federal Reserve reiteraram nos últimos dias a promessa de permanecerem agressivos para controlar a inflação, anulando quaisquer esperanças de um pivô dovish (favorável a juros baixos) que os investidores esperavam após a leitura da inflação de julho.

Novos dados do mercado de trabalho e manufatura nos EUA também apontaram nesta semana para uma economia resiliente, fortalecendo a determinação do banco central. Mas alguns investidores se posicionaram para aproveitar os recentes deslocamentos do mercado, reforçados pelos dados positivos.

Agora, o mercado aguarda o relatório de emprego nos EUA, que será divulgado na sexta-feira (2), para avaliar o quão agressivo o Fed será em sua política de aperto monetário.

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No Brasil, os investidores repercutiram hoje os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, que mostraram um crescimento de 1,2% da atividade no período, acima do esperado por economistas. No ano, o PIB acumula avanço de 2,5%, totalizando R$ 2,4 trilhões em valores correntes.

Confira como fecharam os mercados nesta quinta-feira (1):

Cautela permanece

Os ativos de risco ficaram sob pressão depois que a China colocou a megacidade de Chengdu sob lockdown, ampliando as preocupações com o crescimento econômico. A desaceleração das fábricas na Europa e na Ásia também reflete a diminuição da demanda.

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Os investidores estão avaliando ainda os riscos políticos à medida que a invasão da Ucrânia pela Rússia continua e as tensões em Taiwan aumentam, com este último derrubando um drone civil após semanas de reclamações sobre incursões de veículos aéreos não tripulados da China.

-- Com informações da Bloomberg News

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