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Internacional

Ajuda militar ‘letal’ dos EUA começa a chegar à Ucrânia

Embaixada americana em Kiev informou que desde a noite de ontem mais de 90 toneladas de material, incluindo munição começaram a ser desembarcadas

Embaixada dos Estados Unidos em Kiev informou que apoio começou a chegar ontem
Por John Harney
22 de Janeiro, 2022 | 11:35 am
Tempo de leitura: 2 minutos

Bloomberg — O apoio militar dos Estados Unidos para ajudar a Ucrânia a se defender contra uma possível invasão da Rússia começou a chegar na noite de sexta-feira, de acordo com a embaixada americana em Kiev. A embaixada, em um post no Twitter, disse que o material “inclui cerca de 200 libras (90,7 toneladas) de ajuda letal, incluindo munição para os defensores da linha de frente da Ucrânia”.

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A remessa - e US$ 2,7 bilhões desde 2014 - demonstra o compromisso dos Estados Unidos em ajudar a Ucrânia a reforçar suas defesas diante da crescente agressão russa”, disse a embaixada em outro tuíte.

Fotos com os tweets mostraram grandes contêineres verdes sendo descarregados em um aeroporto. A embaixada não detalhou ou indicou o que mais foi incluído, mas disse que era uma primeira remessa de “assistência recentemente dirigida pelo” presidente Joe Biden.

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O anúncio foi feito no final de uma semana ansiosa em que um ataque à Ucrânia pela Rússia parecia mais provável. Uma reunião em Genebra liderada pelo secretário de Estado Antony Blinken e pelo ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, não rendeu um acordo, embora ambos os lados tenham concordado em continuar as negociações.

“Se a Rússia quer começar a convencer o mundo de que não tem intenção agressiva em relação à Ucrânia, um bom ponto de partida seria diminuir a escalada”, disse Blinken na sexta-feira ao final de uma viagem de três dias à Europa. A Rússia montou uma grande força armada em sua fronteira com a Ucrânia e enviou tropas e blindados para a Bielorrússia, ao norte do país, para exercícios militares conjuntos programados para começar em 10 de fevereiro.

Putin exigiu garantias de segurança que impediriam a Ucrânia de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte e exigiria que a aliança voltasse suas forças para as posições que detinham em 1997, antes que as nações da Europa Central e Oriental se juntassem à Otan. Os EUA e seus aliados da OTAN rejeitaram essas exigências. Putin disse que não tem planos de invadir a Ucrânia.

Biden planeja se reunir com sua equipe de segurança nacional no fim de semana no retiro presidencial em Camp David, em Maryland. A secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, disse na sexta-feira que “não esperávamos que nenhum avanço acontecesse hoje, mas estamos em um caminho mais claro em termos de compreensão das preocupações um do outro”.

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