Exportações de carne suína crescem 21,3% para US$ 246,4 milhões em julho

Em volume, os embarques brasileiros no mês passado totalizaram 102,7 mil toneladas, 2,2% a mais do que o registrado no mesmo período de 2020

Exportações de carne suína em julho renderam ao Brasil US$ 246,4 milhões, desempenho que representa um crescimento de 21,3% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando as vendas externas contabilizaram US$ 203,1 milhões.
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São Paulo — Levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostra que as exportações de carne suína em julho renderam ao Brasil US$ 246,4 milhões. O desempenho representa um crescimento de 21,3% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando as vendas externas contabilizaram US$ 203,1 milhões.

Apesar do expressivo crescimento da receita, em volume, o desempenho foi mais modesto. As indústrias brasileiras enviaram ao exterior no mês passado 102,7 mil toneladas de carne suína, um crescimento de 2,2% sobre julho de 2020.

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“O expressivo aumento da receita das exportações sinalizam, entre outros pontos, o repasse das fortes altas dos custos de produção que alcançam o mercado internacional, assim como no mercado doméstico. O quadro sanitário da Ásia segue pressionando a demanda dos países da região por proteína animal de outras nações, incluindo o Brasil”, afirma Ricardo Santin, presidente da ABPA.

No acumulado entre janeiro e julho, as exportações de carne suína alcançaram 665,4 mil toneladas, volume 14,76% maior do que o registrado no mesmo período de 2020, com 579,8 mil toneladas. Com isto, o resultado das vendas acumuladas no período chegou a US$ 1,596 bilhões, número 24,8% maior que o realizado no mesmo período do ano passado, com US$ 1,279 bilhões.

Entre os principais destinos das exportações, a China importou 348,4 mil toneladas nos sete primeiros meses de 2021, número 23,5% acima do embarcado em 2020 no mesmo período. Outro destaque é o Chile, com importações de 37,7 mil toneladas (+80,3% no mesmo período), além do Uruguai, com 25 mil toneladas (+8,6%), Angola, com 18,2 mil toneladas (+4%), Argentina, com 16,2 mil toneladas (+85,2%) e Filipinas, com 13,5 mil toneladas (+197%).