Com avanço do Wegovy, Novo impulsiona previsão de crescimento econômico da Dinamarca

País elevou sua previsão de crescimento econômico para 2026 pela quarta vez, impulsionada principalmente por um efeito positivo maior do que o esperado decorrente do novo medicamento para perda de peso da Novo Nordisk

Governo prevê que o produto interno bruto cresça 3,7% neste ano, acima da estimativa de 2,7% divulgada em maio (Foto: George Frey/Bloomberg)
Por Sanne Wass
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Bloomberg — A Dinamarca elevou sua previsão de crescimento econômico para 2026 pela quarta vez, impulsionada principalmente por um impacto maior do que o esperado do novo medicamento para perda de peso da Novo Nordisk.

O governo prevê agora que o produto interno bruto cresça 3,7% neste ano, acima da estimativa de 2,7% divulgada em maio, informou o Ministério do Crescimento Econômico nesta quinta-feira (27).

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A expansão é impulsionada em grande parte pelas exportações de produtos farmacêuticos, especialmente pelo lançamento, pela Novo, de seu novo medicamento Wegovy no início de 2026, o que “contribuiu para um crescimento mais forte do que o esperado anteriormente”, afirmou o ministério. No próximo ano, o crescimento está previsto em 1,8%, ante os 1,6% estimados anteriormente.


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Esta é a quarta revisão para cima da previsão do governo para este ano, depois que, em maio do ano passado, havia projetado um crescimento de apenas 1,4%, uma vez que as ameaças de tarifas dos EUA e as expectativas de uma contribuição menor da indústria farmacêutica pesavam sobre as perspectivas.

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Previsão de crescimento da Dinamarca cresce

A previsão está significativamente acima da estimativa mediana de 2,5% em uma pesquisa da Bloomberg com analistas e colocaria a Dinamarca entre as economias de crescimento mais rápido da Europa neste ano.

Leia também: Novo Nordisk testa doses menores de Wegovy em novo estudo sobre perda de peso

“É uma conquista impressionante para uma economia pequena e aberta como a da Dinamarca”, afirmou o ministro do Crescimento Econômico, Jakob Engel-Schmidt, no relatório. “Estamos bem no topo quando nos comparamos com nossos pares europeus.”

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