Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Como a maioria das pessoas, o lendário executivo do setor cervejeiro Carlos Brito nunca deu muita importância aos para-brisas.
Claro, eles protegem você da chuva — e, bem, da brisa — quando você está dirigindo. Mas ele pensava que “é um pedaço de vidro, se quebrar, e só trocar”, então instalá-los não deveria ser particularmente complicado, certo?
Hoje em dia, ele dirá exatamente o quanto estava errado. “O para-brisa tem funções mágicas”, diz Brito, CEO da Belron Group, uma rede global que opera sob marcas como Safelite nos Estados Unidos, Carglass no Brasil e na Europa e Autoglass no Reino Unido, à Bloomberg Businessweek. “É muito mais do que um pedaço de vidro.”
Os para-brisas de hoje estão cada vez mais equipados com câmeras, filamentos de aquecimento e revestimentos especiais.
Para a Belron, essa complexidade significa mais lascas e rachaduras, vidros mais sofisticados, trabalhos mais demorados — e vendas cada vez maiores. No ano passado, a empresa registrou receita de € 6,7 bilhões, reparando mais de 17 milhões de veículos em todos os continentes.
Agora, após três anos com Brito no comando, a empresa considera uma oferta pública inicial (IPO) já no próximo ano
⇒ Leia a reportagem: Como Carlos Brito transformou os para-brisas em um império de € 6,7 bilhões

No radar dos mercados
Os futuros das ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta sexta-feira (4), enquanto os Treasuries avançam, antes da divulgação do payroll, que pode influenciar a decisão do Federal Reserve sobre os juros em setembro.
- Crise no Supremo. Alexandre de Moraes acusou André Mendonça de direcionar investigadores contra ele “por motivos pessoais e políticos”. A reação ocorreu após Mendonça retirar o sigilo de mensagens a Daniel Vorcaro, ex-dono do Master, o que aumentou os questionamentos sobre a relação de Moraes com o banqueiro.
- Reestruturação na Volkswagen. O conselho fiscal da montadora aprovou o plano do CEO Oliver Blume, que prevê o corte de mais de 50 mil postos de trabalho e a redução de até metade do portfólio de veículos até 2035. Além disso, a VW reduziu em cerca de 16% seu plano de investimentos para 2027-2031.
- Ouro volta ao foco de investidores. Grandes gestoras, como Amundi, Pictet, Robeco e Fidelity, voltaram a aumentar suas posições em ouro. A aposta é que a busca por proteção contra riscos macroeconômicos sustente o metal no longo prazo, apesar da perspectiva de juros mais altos nos EUA.
→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (03/09): Dow Jones Industrials (+1,18%), S&P 500 (+1,06%), Nasdaq Composite (+1,40%), Stoxx 600 (+0,49%), Ibovespa (-0,01%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →
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Destaques da Bloomberg Línea:
• As ações mais recomendadas para setembro, segundo 10 bancos e corretoras
• Lei de minerais críticos é aprovada e amplia controle do governo sobre negócios no setor
• Skechers entra na disputa pela corrida de rua e mira mais de 100 lojas no Brasil
• Também é importante: Investidores veem mais dor para as ações da Hapvida após queda de 90% desde o IPO| Banco Central determina liquidação de duas gestoras ligadas ao Banco Master
• Opinião Bloomberg: Negócio da Chevron na Venezuela é acerto, mas expõe desafio para elevar produção
• Para não ficar de fora: Hering volta ao ‘básico’ com nova camiseta 30% mais barata para atrair classes B e C
⇒ Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.
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