Bloomberg — Minério de ferro, cobre e outros metais saltaram diante de dados positivos de crédito na China e um recuo global do dólar que favorece os importadores de commodities.
O número agregado de crédito na China mostrou uma expansão maior do que a esperada no mês passado, um possível sinal de estabilização da demanda por financiamento imobiliário no país.
Ao mesmo tempo, o dólar recuou de seu nível mais alto desde março frente às principais moedas, o que torna as commodities cotadas na divisa americana mais acessíveis para compradores de outros países.
O minério de ferro subiu até 4,1% em Singapura nesta segunda-feira (11), para US$ 118 a tonelada, uma máxima de quase cinco meses, enquanto o cobre registrou ganho de 1,4% em Londres. Níquel, zinco e alumínio também avançaram.
O índice do dólar da Bloomberg, que mede a força da moeda em relação a seus principais pares, caiu até 0,6%. O indicador ainda acumula alta de 4,4% desde meados de julho.
O mercado de minério de ferro também aguarda uma recuperação sazonal da demanda por aço, passada a queda de atividade do verão na China, em julho e agosto. Em setembro e outubro, costuma haver uma retomada da construção.
Resta saber se isso acontecerá este ano, que tem sido atípico.
O consumo sazonal ainda não decolou, segundo a First Futures. E a produção doméstica de cobre na China aumentou em agosto, ajudando a aliviar o aperto global de oferta, afirmou a corretora.
--Com a colaboração de Yee Xing Ng “Liz”.
Veja mais em bloomberg.com
Leia também:
Como o ex-CEO do Google se tornou uma das pessoas mais influentes em Washington
Na Califórnia, uma nova usina para a Toyota pode acelerar a revolução do hidrogênio
©2023 Bloomberg L.P.








