Minério de ferro salta com dados de crédito na China e recuo global do dólar

A matéria-prima siderúrgica subiu até 4,1% em Singapura nesta segunda-feira (11), para US$ 118 a tonelada, uma máxima de quase cinco meses

Trem transporta minério de ferro na Austrália
Por Bloomberg News
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Bloomberg — Minério de ferro, cobre e outros metais saltaram diante de dados positivos de crédito na China e um recuo global do dólar que favorece os importadores de commodities.

O número agregado de crédito na China mostrou uma expansão maior do que a esperada no mês passado, um possível sinal de estabilização da demanda por financiamento imobiliário no país.

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Ao mesmo tempo, o dólar recuou de seu nível mais alto desde março frente às principais moedas, o que torna as commodities cotadas na divisa americana mais acessíveis para compradores de outros países.

O minério de ferro subiu até 4,1% em Singapura nesta segunda-feira (11), para US$ 118 a tonelada, uma máxima de quase cinco meses, enquanto o cobre registrou ganho de 1,4% em Londres. Níquel, zinco e alumínio também avançaram.

O índice do dólar da Bloomberg, que mede a força da moeda em relação a seus principais pares, caiu até 0,6%. O indicador ainda acumula alta de 4,4% desde meados de julho.

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O mercado de minério de ferro também aguarda uma recuperação sazonal da demanda por aço, passada a queda de atividade do verão na China, em julho e agosto. Em setembro e outubro, costuma haver uma retomada da construção.

Resta saber se isso acontecerá este ano, que tem sido atípico.

O consumo sazonal ainda não decolou, segundo a First Futures. E a produção doméstica de cobre na China aumentou em agosto, ajudando a aliviar o aperto global de oferta, afirmou a corretora.

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--Com a colaboração de Yee Xing Ng “Liz”.

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