Minério de ferro recua de pico de três meses com menor demanda por aço

O mercado avalia se as mais recentes medidas da China para impulsionar a economia serão suficiente para aquecer a demanda por aço

Operação de minério de ferro da Vale
Por Bloomberg News
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Bloomberg — O minério de ferro recuou de seu fechamento mais alto em três meses, em meio a preocupações persistentes com a desaceleração da demanda por aço na China.

A matéria-prima siderúrgica caiu até 2,1% nesta sexta-feira (21) em Singapura, para US$ 112,30 a tonelada, apagando os ganhos da semana depois de fechar no nível mais alto desde 20 de abril na quinta (20).

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O mercado avalia se as mais recentes medidas da China para impulsionar a economia, especialmente o setor imobiliário, serão suficiente para aquecer a demanda, enquanto a perspectiva para os suprimentos das mineradoras australianas e da brasileira Vale (VALE3) é robusta.

O minério de ferro pode cair para US$ 100 a tonelada no quarto trimestre, à medida que a demanda por aço na China se enfraquece, segundo o Commonwealth Bank of Australia. Provavelmente haverá “impacto limitado” das medidas de apoio nas próximas semanas, com as condições no setor imobiliário “claramente piorando”, disse o analista Vivek Dhar.

O minério de ferro caiu 13% no segundo trimestre, com o aumento das preocupações com a China. No início desta semana, a Rio Tinto avisou que vê “ventos contrários persistentes” para a recuperação da demanda de aço do país, deixando inalterada a estimativa de exportação da empresa para o ano.

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O cobre e o níquel eram negociados em alta na bolsa de Metais de Londres, depois que a China delineou mais medidas para estimular a compra de carros, especialmente veículos elétricos.

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