Dólar recua nesta segunda-feira; conflito no Oriente Médio segue no radar

O real se apreciava em relação ao dólar na manhã desta segunda-feira (16); confira o desempenho do câmbio no início das negociações

Notas de dólar
PUBLICIDADE

Bloomberg Línea — O dólar (USDBRL) abriu em queda no início das negociações desta segunda-feira (16), embora os mercados internacionais sigam acompanhando o conflito no Médio Oriente.

A moeda americana era cotada a R$ 5,07, com baixa de 0,22% às 9h40 (horário de Brasília).

PUBLICIDADE

No pregão anterior, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 5,08, com alta de 0,55%. O valor máximo chegou a R$ 5,10, e o mínimo foi de R$ 5,05.

O real tem alta de 3,93% em relação ao dólar no acumulado do ano. O valor máximo foi registrado no dia 3 de janeiro, quando a cotação atingiu R$ 5,46. Já a mínima foi de R$ 4,73 no dia 31 de julho. A cotação média do dólar no período foi de R$ 5,01.

A moeda brasileira ocupa a posição número 3 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização em 2023.

PUBLICIDADE

A divisa com o maior desempenho no ano é o peso colombiano, com variação de 12,58%. Já a de menor desempenho é o peso argentino, que acumula perdas de 97,63%.

As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:

  • O peso colombiano (COP) se valoriza em 12,58%;
  • O sol peruano (PEN) se desvaloriza em 1,37%;
  • O peso mexicano (MXN) se valoriza em 7,16%;
  • O peso chileno (CLP) se desvaloriza em 10,30%;
  • O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 97,63%;

Já o Ibovespa (IBOV) caiu 1,11% no fechamento da última sexta-feira (13), aos 117.050,74 pontos.

PUBLICIDADE

As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:

  • PetroRio (PRIO3) subiu 5,04%;
  • Suzano (SUZB3) subiu 3,37%;
  • 3R Petroleum (RRRP3) subiu 3,19%;

E as de pior desempenho foram:

  • Hypera (HYPE3) caiu 5,21%;
  • Natura (NTCO3) caiu 7,01%;
  • Grupo Soma (SOMA3) caiu 7,26%;

-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.

PUBLICIDADE

Leia também:

Casino, dono do Pão de Açúcar, venderá fatia no Éxito por US$ 556 milhões

Como a China dominou o mercado global de baterias e deixou o mundo para trás