Bloomberg Línea — O dólar (USDBRL) avança na manhã desta terça-feira (16), à medida que autoridades de bancos centrais não endossam as expectativas de cortes antecipados nas taxas de juros ao redor do mundo.
Mais cedo, François Villeroy de Galhau, membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), disse que é muito cedo para declarar vitória sobre a inflação. Os investidores estarão atentos hoje às falas de Christopher Waller, do Federal Reserve, em busca de sinais sobre o momento de um corte nas taxas do Federal Reserve, nos EUA.
Por volta das 9h45 (horário de Brasília), a moeda americana era cotada a R$ 4,90, com valorização de 0,70%.
No pregão anterior, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 4,87, com alta de 0,22%. O valor máximo chegou a R$ 4,88, e o mínimo foi de R$ 4,85.
Neste ano, o real acumula queda de 0,83% em relação ao dólar. O valor máximo foi registrado no dia 3 de janeiro, quando a cotação atingiu R$ 4,92. Já a mínima foi de R$ 4,85 no dia 29 de dezembro. A cotação média do dólar no período foi de R$ 4,89.
Neste ano, a moeda brasileira ocupa a posição número 9 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização.
As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:
- O peso colombiano (COP) se desvaloriza em 0,77%;
- O sol peruano (PEN) se valoriza em 0,24%;
- O peso mexicano (MXN) se valoriza em 0,52%;
- O peso chileno (CLP) se desvaloriza em 3,44%;
- O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 1,14%;
Já o Ibovespa (IBOV) subiu 0,41% no fechamento de ontem (15), aos 130.987,67 pontos.
As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:
- Pão de Açúcar (PCAR3) subiu 22,55%;
- Assaí (ASAI3) subiu 3,16%;
- Equatorial Energia (EQTL3) subiu 2,21%;
E as de pior desempenho foram:
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.
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