Bloomberg Línea — O dólar (USDBRL) opera próximo da estabilidade nesta quinta-feira (26), com os investidores monitorando dados econômicos no Brasil e nos Estados Unidos.
Por aqui, o IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, desacelerou para 0,20% em outubro, após avanço de 0,35% em setembro. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado foi impulsionado pela alta nos preços das passagens aéreas.
Já nos EUA, a economia cresceu no ritmo mais rápido em quase dois anos no último trimestre, impulsionada por um aumento nos gastos dos consumidores.
A moeda americana era cotada a R$ 4,99, com leve baixa de 0,09%, por volta das 10h (horário de Brasília).
No pregão anterior, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 5,00, com alta de 0,06%. O valor máximo chegou a R$ 5,02, e o mínimo foi de R$ 4,99.
O real tem alta de 5,42% em relação ao dólar no acumulado do ano. O valor máximo foi registrado no dia 3 de janeiro, quando a cotação atingiu R$ 5,46. Já a mínima foi de R$ 4,73 no dia 31 de julho. A cotação média no período foi de R$ 5,01.
Neste ano, a moeda brasileira ocupa a posição número 3 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização.
A divisa com o maior desempenho no ano é o peso colombiano, com variação de 13,33%. Já a com o menor desempenho é o peso argentino, que variou -97,61%.
As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:
- O peso colombiano (COP) se valoriza em 13,33%;
- O sol peruano (PEN) se desvaloriza em 1,84%;
- O peso mexicano (MXN) se valoriza em 6,01%;
- O peso chileno (CLP) se desvaloriza em 8,80%;
- O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 97,61%;
Já o Ibovespa (IBOV) caiu 0,82% no fechamento de ontem (25), aos 113.761,90 pontos.
As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:
E as de pior desempenho foram:
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.
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