Da Itália, uma aposta na confeitaria caseira do Brasil

Também no Breakfast: A estratégia da Boa Safra para crescer no segmento de milho | A proposta dos credores da Raízen para injeção de R$ 8 bi, segundo fontes | O novo líder de private banking do ASA para a América Latina

Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Quando executivos do Irca Group chegam ao Brasil para conhecer o mercado local, o VP Plínio Freitas tem um ritual: leva-os a uma loja da Chocolândia, em São Paulo, um dos grandes varejos de ingredientes para confeitaria espalhados pelo país, e deixa a cena falar por si.

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“A gente normalmente tem que trazer o pessoal lá de fora para mostrar, porque só explicando eles não conseguem entender”, disse Freitas, vice-presidente Latam da gigante italiana da confeitaria em entrevista à Bloomberg Línea.

O que esses visitantes encontram é um mercado que, apesar de ser um dos maiores do mundo, tem uma caraterística muito mais difusa e ligada à produção doméstica de doces do que o que se vê em outros países. É neste home baking que a empresa aposta no Brasil.

A multinacional italiana fundada em 1919 diz ter faturamento de cerca de € 1,5 bilhão ao ano e iniciou em 2025 a montar sua operação estruturada no Brasil, o que se formalizou no início deste ano.

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A companhia é, por natureza, um negócio B2B, e fornece ingredientes para profissionais, nunca para o consumidor final. Mas o Brasil tem uma camada intermediária que não se enquadra facilmente nessa lógica.

“No Brasil, existe esse mercado informal que a gente chama de home baking, que é um profissional caseiro. Fica ali na zona cinzenta”, disse Freitas.

⇒ Leia a reportagem: Gigante italiana mira doces caseiros para ser ‘one stop shop’ da confeitaria no Brasil

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Gigante italiana foca produção caseira para ser one stop shop da confeitaria no Brasil irca group

No radar dos mercados

Os futuros dos EUA operam em alta nesta sexta-feira (17), diante do aumento das expectativas de que um acordo para encerrar a guerra entre os Estados Unidos e o Irã esteja próximo, o que leva investidores a assumir mais risco.ㅤ

- Futuro da guerra. O presidente Donald Trump disse que o Irã fez concessões relevantes para encerrar o conflito no Oriente Médio, enquanto um cessar-fogo entre Israel e Hezbollah no Líbano ampliou as perspectivas de um acordo regional. O Estreito de Ormuz segue bloqueado.ㅤ

- Messi compra clube. O jogador adquiriu o Unió Esportiva Cornellà, equipe da quinta divisão da Espanha localizada na região metropolitana de Barcelona, onde iniciou sua trajetória no futebol europeu. Messi já atua no mercado imobiliário espanhol e deve ter participação futura no Inter Miami CF, onde joga atualmente.ㅤ

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- Venda em negociação. A OnlyFans negocia vender uma participação minoritária para a Architect Capital em acordo que avaliaria a plataforma britânica em mais de US$ 3 bilhões. A Architect também trabalharia com a empresa no desenvolvimento de serviços e produtos financeiros voltados aos criadores de conteúdo.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

Ações globais nesta sexta-feira (17)
🔘 As bolsas ontem (16/04): Dow Jones Industrials (+0,24%), S&P 500 (+0,26%), Nasdaq Composite (+0,36%), Stoxx 600 (-0,05%), Ibovespa (-0,46%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

ASA, de Alberto Safra, contrata ex-Citi para liderar private banking na América Latina

Da soja ao milho: a estratégia da Boa Safra para crescer no longo prazo, segundo o CEO

Transfero aposta em rede de orquestração para unificar pagamentos globais e blockchains

• Também é importante: Credores da Raízen propõem injeção de R$ 8 bi e saída de Rubens Ometto, dizem fontes| América Latina lidera recuperação entre emergentes, e Goldman vê destaque para o Brasil

• Opinião Bloomberg: Nasa reacende ambição dos EUA pela Lua. Próximo passo depende de SpaceX e Blue Origin

• Para não ficar de fora: S&P 500 em patamar recorde e títulos pressionados: Wall St em meio à guerra no Irã

Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)