A expansão da Roche em diagnósticos

Também no Breakfast: O impacto da guerra no Irã no fluxo de IPOs em Wall St | O impacto da crise de caixa da Oncoclínicas nos tratamentos | Negócio de metais básicos da Vale deve representar um terço da geração de caixa em 2035

Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias
01 de Abril, 2026 | 07:24 AM

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Segmentação de público, automatização e inteligência artificial são alguns dos fatores que devem impulsionar o crescimento da Roche Diagnóstica em 2026.

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O grupo suíço vê espaço para aumento de receita mesmo diante dos volumes já significativos de exames realizados todos os anos no país. No ano passado, o faturamento da divisão de diagnóstico da companhia alcançou R$ 1,5 bilhão.

“Estamos lançando muitas inovações. Neste ano, queremos crescer e alcançar R$ 1,7 bilhão”, disse o CEO da Roche Diagnóstica, Carlos Martins, em entrevista à Bloomberg Línea.

Aproximadamente 70% do faturamento da divisão no país é proveniente do setor privado, sendo o restante do poder público. Na avaliação de Martins, existe potencial para avanço da Roche Diagnóstica na rede de saúde pública do Brasil.

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⇒ Leia a reportagem: Na Roche, área de diagnósticos já fatura R$ 1,5 bi. O CEO vê espaço para crescer mais

Roche

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quarta-feira (1º) após o presidente Trump afirmar que os EUA podem encerrar a guerra com o Irã em duas a três semanas.ㅤ

- Crise na Braskem. A empresa avalia recorrer à Justiça para se proteger de credores, segundo fontes que falaram à Bloomberg News. A Braskem enfrenta pressão de caixa, prejuízo de R$ 10,3 bilhões e incerteza sobre a sua continuidade, além de entraves na venda de controle para a IG4 Capital.ㅤ

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- Novo valuation da OpenAI. A empresa atingiu US$ 852 bilhões em valuation após ter finalizado uma captação de US$ 122 bilhões. O aporte foi liderado por Amazon (US$ 50 bi), Nvidia e SoftBank (US$ 30 bi cada), com parte condicionada a IPO ou avanço em IA.

- LVMH sob pressão. As ações da dona de marcas como Louis Vuitton, Christian Dior e Tiffany caíram 28% no primeiro trimestre, pressionadas pela guerra no Oriente Médio e pela menor demanda no mercado de luxo. A queda já reduziu a fortuna de Bernard Arnault em US$ 55 bilhões no período.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

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Ações globais nesta quarta-feira (1) de abril
🔘 As bolsas ontem (31/03): Dow Jones Industrials (+2,49%), S&P 500 (+2,91%), Nasdaq Composite (+3,83%), Stoxx 600 (+0,41%), Ibovespa (+2,71%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Guerra no Irã congela IPOs e deixa Wall St à espera de negócio salvador com a SpaceX

Mercado de US$ 31 trilhões dos Treasuries pode exigir intervenção, segundo o Barclays

Converse, da Nike, caminha para pior nível em 15 anos. E atrai interesse da Authentic

• Também é importante: Crise de caixa leva Oncoclínicas a remarcar tratamentos e negociar com fornecedor| Vale: negócio de metais básicos deve representar um terço da geração de caixa em 2035

• Opinião Bloomberg: Prosperidade ou desemprego? Impacto da IA vai depender das escolhas dos seres humanos

• Para não ficar de fora: Virgin retoma voos de turismo espacial por US$ 750 mil e busca expansão com SpaceShip

Essa foi uma amostra de Breakfast, a newsletter matinal da Bloomberg Línea com as notícias de destaque no Brasil e no mundo.

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)