Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Um ano praticamente depois de mergulhar na maior crise de sua história, a Tok&Stok ensaia a recuperação de sua operação e mira retornar ao Ebitda positivo sob o comando da cofundadora Ghislaine Dubrule. Mas tem à espreita um desafio ainda maior: lidar com o tamanho de sua dívida, estimada por fontes de mercado em mais de R$ 650 milhões, dos quais R$ 350 milhões com bancos, e que volta a vencer em 2025.
“A primeira missão é restabelecer o breakeven. Temos que entregar Ebitda positivo em 2024. Estamos trabalhando para que o fluxo de clientes retorne”, disse Dubrule em entrevista à Bloomberg Línea.
Desde que voltou ao controle, Dubrule tem liderado reorientação dos negócios para o modelo de lojas físicas, em detrimento do digital, e de reconquista de clientes com maior poder aquisitivo, o que se traduz em aumento da margem bruta da companhia, além de cortes de custos.
“É uma longa caminhada para voltar ao Ebitda de R$ 150 milhões. Em três a quatro anos, podemos voltar. O primeiro semestre de 2024 vai ser muito importante. O último trimestre de 2023 já foi bom. A geração de caixa tem que fazer a companhia se segurar sozinha, sem mais aporte de capital”, afirmou a CEO.
⇒ Leia mais: Tok&Stok vê retomada no 4° trimestre e mira Ebitda positivo em 2024, diz CEO

No radar dos mercados
Apesar da agenda repleta de indicadores macroeconômicos, a atenção do mercado se volta principalmente para os fortes balanços corporativos - Microsoft e Alphabet divulgam seus números após o fechamento de Nova York - e a expectativa em torno da decisão sobre juros pelo Federal Reserve, amanhã.
🟰 50/50. Se espera que o Fed mantenha os juros inalterados. Para a reunião de março, os traders consideram que há aproximadamente a mesma probabilidade de que o banco central norte-americano mantenha os custos dos empréstimos ou comece a reduzi-los.
⏱️ Por dias melhores. A Volkswagen, principal montadora de automóveis da Europa, postergou a busca por investidores externos para sua divisão de baterias devido ao esfriamento do mercado de veículos elétricos, conforme relatado pela Bloomberg. Em 2023, as ofertas públicas iniciais tiveram seu pior ano em mais de uma década, influenciadas pelos juros altos. A Renault também cancelou a listagem de sua unidade Ampere, refletindo a falta de apetite por listagens e a adoção mais lenta de veículos elétricos.
⏸️ Petróleo em modo espera. A Saudi Aramco cancelou seus planos de aumentar sua capacidade de produção para 13 milhões de barris por dia, optando por mantê-la em 12 milhões. Os mercados também aguardam a reação dos EUA ao ataque mortal contra tropas americanas na Jordânia, um evento que poderia intensificar as tensões em uma região crucial para a produção mundial de petróleo.
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🔘 As bolsas ontem (29/01): Dow Jones Industrials (+0,59%), S&P 500 (+0,76%), Nasdaq Composite (+1,12%), Stoxx 600 (+0,21%), Ibovespa (-0,36%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
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