Negociações na Ásia sinalizam nova sessão com investidores cautelosos

Apesar de acordo para evitar default da dívida americana, futuros de ações nos EUA e em países asiáticos têm ganhos marginais na manhã de terça-feira

Painel com informações de ativos em Xangai: mercado chinês opera com atenção a novos dados da economia local (Foto: Hugo Hu/Getty Images)
Por Brett Miller
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Bloomberg — As ações asiáticas estavam prontas para uma abertura cautelosa nesta manhã de terça-feira (30) no Oriente, com a Casa Branca e os líderes republicanos do Congresso intensificando o lobby para garantir que o Congresso aprove o acordo sobre a dívida para impedir um calote dos EUA.

Os contratos futuros do Japão e da Austrália apontaram para movimentos mais fracos quando esses dois mercados abrirem, enquanto os contratos para Hong Kong sugerem mais quedas. Um indicador importante das ações chinesas está próximo do bear market, já que recuperação econômica instável, tensões geopolíticas intensificadas e iuan mais fraco mantiveram os investidores afastados.

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Os contratos futuros do S&P 500 e do Nasdaq 100 subiram 0,3% e 0,5%, respectivamente, quando abriram na Ásia, depois de cada um obter pequenos ganhos na segunda-feira (29) nas negociações no feriado do Memorial Day, quando o mercado à vista esteve fechado.

As ações europeias oscilaram nas negociações afetadas pelo feriado.

O dólar, que se beneficiou da angústia de investidores em torno do limite legal de empréstimos nas últimas semanas, pouco mudou na terça. Os futuros do Tesouro vinculados ao mercado de títulos de 10 e 30 anos do governo dos EUA subiram em volume leve na segunda-feira.

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Uma recuperação dos índices de referência das ações chinesas exigiria um catalisador monetário ou a melhoria dos laços entre Pequim e Washington, além de dados econômicos mais otimistas, disse Hebe Chen, analista da IG. “Provavelmente é seguro dizer que essa reabertura perdeu força”, disse.

Nos Estados Unidos, ambientalistas, defensores de gastos militares e linha-dura conservadores condenaram as concessões feitas pelos dois lados, do presidente Joe Biden e do presidente da Câmara, o republicano Kevin McCarthy, para chegarem a um acordo sobre o teto da dívida. Biden ligou pessoalmente para advogados para apoiar o projeto de lei, que deve ser votado pela Câmara na quarta (31).

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