Ibovespa

Mercados da América Latina resistem à queda da bolsa brasileira após reeleição de Lula

Reação negativa dos investidores ao resultado eleitoral brasileiro não se espalhou com a mesma intensidade pelos mercados latino-americanos, segundo especialistas ouvidos pelo Instituto de Finanças Internacionais

Investidores reduzem apostas no Brasil e buscam piso após impacto da vitória de Lula

Reversão das apostas em uma mudança de governo levou grandes instituições financeiras a diminuir suas recomendações para ações, moeda e juros brasileiros, enquanto gestores aguardam maior clareza sobre a política fiscal do quarto mandato de Lula

‘Vender Brasil agora seria um erro’, diz maior acionista privado da Petrobras

Rajiv Jain, da GQG Partners, diz em entrevista à Bloomberg News que vê exagero na reação dos mercados ao resultado da eleição; para ele, Petrobras ‘ainda está barata’ e oferece dividend yield elevado

Ações do Ibovespa encerram pregão com queda de até 58% após a reeleição de Lula

Varejistas, construtoras e empresas de saúde concentraram as perdas com a revisão das expectativas para juros e contas públicas; apenas seis ações do índice fecharam em alta, todas ligadas à exportação

O que é preciso para o dólar e a bolsa voltarem ao patamar pré-eleição, segundo o UBS

Bolsa brasileira acumulou alta de 27,5% em 2026, e o real se valorizou 8,4%; UBS vê espaço para consolidar os ganhos, embora a evolução dependa da credibilidade fiscal e das taxas de juros

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Dólar pode ir a R$ 5,70 e juro a 15,5% até plano fiscal convencer, diz Morgan Stanley

Banco americano prevê alta em duas etapas e vê na escolha do ministro da Fazenda o primeiro sinal para o mercado; sem compromisso com as contas públicas, Selic pode subir e dívida bruta chegar a 106% do PIB em 2035

Nova equipe econômica de Lula vai definir o tamanho do impacto na bolsa, avalia BTG

Maior banco de investimentos da América Latina projeta juro longo acima de 8%, real até 15% mais fraco e cortes menores da Selic enquanto o governo não apresentar plano fiscal crível; exportadoras e empresas pouco endividadas tendem a resistir melhor

Mercado se prepara para derrocada com virada histórica de Lula no segundo turno

As quedas esperadas podem levar ao acionamento de mecanismos como ‘circuit breakers’; em uma pesquisa do Citi com 73 investidores, publicada na sexta-feira, a maioria esperava que a vitória de Lula levasse a uma queda de pelo menos 5% do real

Investidores reforçam operações de hedge antes de segundo turno acirrado

Demanda por opções de venda, ou puts, saltou, enquanto os contratos em aberto de opções de compra, ou calls, caiu mais de 30% em relação ao pico do início de outubro; pesquisas indicam disputa apertada entre Flávio Bolsonaro e Lula

Mercado vive semana histórica com euforia após avanço de Flávio Bolsonaro na eleição

Desempenho acima do esperado do senador no primeiro turno desencadeou uma onda de compras de ações, títulos e reais, enquanto investidores apostam que uma eventual mudança de governo poderá trazer maior disciplina fiscal e abrir espaço para a redução dos juros

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Bolsa tem entrada estrangeira recorde de R$ 10 bilhões após resultado do primeiro turno

Movimentação foi o maior volume diário da série histórica registrada pela Bloomberg desde 2008, com a expectativa de que Flávio Bolsonaro enfrente os problemas fiscais do país e abra caminho para cortes de juros caso seja eleito

Euforia nos mercados depende de plano ainda incerto de Flávio Bolsonaro

Analistas esperam que o país tenha mais chances de enfrentar o déficit crescente sob o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, embora ele ainda não tenha apresentado um plano detalhado de como pretende fazer isso

Ibovespa fecha em queda, na contramão de NY, sob pressão de petroleiras

Índice recuou 0,27%, influenciado por queda da Petrobras e PRIO; na semana, a bolsa brasileira acumulou perda de 0,95%, segundo período de recuo

Ibovespa fecha em queda com cenário eleitoral e pressão externa; dólar sobe a R$ 5,20

Índice recuou 0,99%, influenciado por quedas de Vale, Petrobras e bancos; petróleo voltou a subir e fechou perto de US$ 106, elevando temores de inflação global

Ibovespa cai 0,86% com temor de inflação nos Estados Unidos; dólar sobe a R$ 5,17

Índice seguiu a aversão a risco em Wall Street após alta do petróleo e dados de atividade reforçarem o temor de inflação nos EUA; leilão de Treasuries levou o yield de cinco anos a 5%, maior nível desde 2007

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