Bloomberg Línea — O dólar opera estável na manhã desta quarta-feira (26), com os investidores repercutindo balanços corporativos e à espera da decisão de juros do Federal Reserve, nos Estados Unidos.
A moeda americana era cotada a R$ 4,75 às 9h40 (horário de Brasília), após abrir em leve queda.
No pregão anterior, o dólar encerrou as negociações cotado a R$ 4,75, com alta de 0,48%. O valor máximo chegou a R$ 4,76, e o mínimo foi de R$ 4,72.
As atenções também recaem nesta quarta à decisão da agência de classificação de ratings Fitch de elevar o rating de crédito soberano do Brasil de “BB-” para “BB”, com perspectiva estável.
Nos minutos após a divulgação do relatório, os juros futuros estenderam o movimento de baixa dos últimos dias. As taxas mais longas tinham as quedas mais pronunciadas.
O real acumula alta de 10,47% em relação ao dólar no acumulado do ano. O valor máximo foi registrado no dia 3 de janeiro, quando a cotação do dólar atingiu R$ 5,46. Já a mínima foi de R$ 4,73 no dia 24 de julho. A cotação média do dólar no período foi de R$ 5,04.
A moeda brasileira ocupa a posição número 3 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização em 2023.
A divisa com o maior desempenho no ano é o peso colombiano, com variação de 18,14%. Já a de menor desempenho é o peso argentino, que soma perdas de 53,34%.
As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:
- O peso colombiano (COP) se valoriza em 18,14%;
- O sol peruano (PEN) se valoriza em 5,32%;
- O peso mexicano (MXN) se valoriza em 13,28%;
- O peso chileno (CLP) se valoriza em 2,44%;
- O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 53,34%;
Já o Ibovespa (IBOV) subiu 0,55% no fechamento de ontem (25), aos 121.341,69 pontos.
As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:
E as de pior desempenho foram:
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.
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