Ibovespa sobe após divulgação de PIB acima do esperado; dólar cai

Principal índice brasileiro operava em alta após Produto Interno Bruto do primeiro trimestre ter sido divulgado e de olho em acordo sobre teto da dívida dos EUA

Ibovespa opera com ganhos no primeiro pregão do mês de junho
PUBLICIDADE

Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) começou o dia com sentimento positivo renovado após a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil na manhã desta quinta-feira (1º) e de olho na aprovação do acordo sobre o teto da dívida dos Estados Unidos.

No primeiro trimestre de 2023, o PIB brasileiro registrou um crescimento de 1,9% em relação aos três meses finais de 2022. Quando comparado com o primeiro trimestre de 2022, o PIB teve um crescimento de 4%.

PUBLICIDADE

No acumulado dos quatro trimestres terminados em março de 2023, a expansão registrada foi de 3,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

O resultado veio acima das estimativas de economistas para a Bloomberg, que previam um crescimento de 1,1% no primeiro trimestre em relação ao trimestre anterior, quando houve retração de 0,2%.

Nos Estados Unidos, a Câmara dos Representantes aprovou o projeto de lei sobre o limite da dívida arquitetado por Joe Biden e Kevin McCarthy, aliviando os temores de um default que provocaria repercussões globais. A legislação aprovada, além de suspender temporariamente o limite do endividamento do país, restringe os gastos do governo até as eleições de 2024. O projeto vai agora ao Senado.

PUBLICIDADE

Confira o desempenho dos mercados nesta quinta-feira (1º):

  • O Ibovespa subia 0,46% por volta das 10h17 (horário de Brasília), negociado aos 108.829 pontos;
  • O dólar caía 0,03%, a R$ 5,05;
  • Nos EUA, os índices futuros operavam mistos: o Dow Jones caía 0,25%, o S&P 500 subia 0,02%, enquanto o Nasdaq 100 Futuro tinha alta de 0,02%.

--Com informações de Bloomberg News

Leia também

PUBLICIDADE

PIB do Brasil cresce 1,9% no primeiro trimestre de 2023, acima do esperado

Tok&Stok: os bastidores da reação contra a empresa que pediu a sua falência

Rali das ações tech tem fôlego para continuar? Citi e Barclays divergem