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O desafio de empresas familiares

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Tempo de leitura: 3 minutos

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Empresas familiares na América Latina impulsionaram grande parte do desenvolvimento econômico da região e são a espinha dorsal de muitos mercados. Representam 75% de todas as empresas com valor superior a US$ 1 bilhão na região e 60% do seu produto nacional bruto, de acordo com dados da escola de negócios francesa INSEAD.

Mas nem todas as empresas familiares se tornam dinastias e ultrapassam quatro ou cinco gerações, o que continua a ser um de seus maiores desafios.

A Bloomberg Línea analisou as trajetórias de empresas como o Magazine Luiza, da família Trajano, a mexicana Femsa e a colombiana Alquería, entre outras, com a ajuda de especialistas, para apresentar os meandros de empresas familiares latino-americanas, os desafios que enfrentaram por décadas e as implicações de passar a liderança a novas gerações à medida que se expandem na região.

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Leia mais: De grupo familiar a dinastia: o desafio de grandes empresários na América Latina

Luiza Helena Trajano, presidenta del consejo de administración de Magazine Luiza SA.

No radar dos mercados

As ações globais se mantêm perto da estabilidade nesta terça-feira (27), antes de dados econômicos e comentários de membros do Federal Reserve, que podem oferecer pistas sobre a trajetória das taxas de juros nos Estados Unidos.

🚀 Bitcoin nas alturas. O bitcoin (BTC) retomou o nível de US$ 57.000 pela primeira vez desde o final de 2021, sustentado pela demanda dos investidores por fundos de índice negociados em bolsa (ETFs), bem como por mais compras da MicroStrategy. No ano, o bitcoin já sobe 32%, estendendo um rali prolongado que também estimulou o apetite por tokens menores como ethereum e dogecoin.

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🇺🇸 Sem pressa no Fed. O presidente do Fed Bank de Kansas City, Jeffrey R. Schmid, disse que o banco central dos EUA deve ser paciente ao cortar as taxas de juros com a inflação acima da meta de 2% e que o mercado de trabalho ainda está forte. Em seu primeiro grande discurso desde que assumiu o cargo há seis meses, Schmid também afirmou que não tem pressa para interromper a redução contínua do balanço do Fed.

🇧🇷 IPCA-15 e Focus. No Brasil, as atenções recaem hoje sobre os dados do IPCA-15, considerado uma prévia da inflação oficial, de fevereiro, que pode agitar as apostas para a Selic. Para Adriana Dupita, da Bloomberg Economics, o El Niño e a sazonalidade desfavorável devem continuar pesando nos preços de alimentos. A estimativa dos economistas é que o índice tenha acelerado para 0,81% na comparação mensal e 4,51% em termos anuais. Atenção também para o relatório Focus, do Banco Central, que será divulgado nesta manhã.

🇯🇵 Títulos japoneses em alta. O rendimento dos títulos de dois anos do Japão subiu para o nível mais alto desde 2011 após dados de inflação mais fortes do que o esperado aumentarem as apostas de que o banco central encerrará sua política de juros negativos nos próximos meses. Os traders aumentaram a probabilidade de o Banco do Japão abandonar sua política de juros negativos até abril para cerca de 82%, ante 78% na segunda (26), de acordo com dados de swaps compilados pela Bloomberg.

Leia a matéria completa sobre o que está guiando os mercados hoje

Breakfast 27-02-24
🔘 As bolsas ontem (26/02): Dow Jones Industrials (-0,16%), S&P 500 (-0,38%), Nasdaq Composite (-0,13%), Stoxx 600 (-0,37%), Ibovespa (+0,15%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor, Brasil) e Mariana d’Ávila (Editora Assistente, Brasil)