A estratégia do Citi na América Latina

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O compromisso do Citi com seus negócios na América Latina está “mais forte do que nunca” no momento em que o gigante de Wall Street consolida sua estratégia para os segmentos de atacado e wealth, deixando de lado seus negócios de varejo na região.

Segundo o CEO regional Julio Figueroa, a operação latino-americana do banco quase dobrou de tamanho nos últimos cinco anos e hoje é maior do que no período quando a instituição atuava com mais vigor no segmento de varejo, cerca de 10 anos atrás.

“Nós estamos, na verdade, duplicando nosso compromisso com os países, porque todo o recurso obtido com os desinvestimentos foi mais do que reinvestido no negócio de atacado”, afirmou o executivo em entrevista à Bloomberg Línea, durante visita a São Paulo no mês passado para participar da Citi Brazil Equity Conference.

Com cerca de 10.000 funcionários na América Latina, o banco agora se prepara para abrir um novo escritório na Guiana, elevando de 19 para 20 o número de países em que atua na América Latina e no Caribe.

⇒ Leia a reportagem: Citi dobra negócio na América Latina e amplia aposta em atacado, diz CEO para a região

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta terça-feira (7), enquanto a volatilidade voltou a pressionar os papéis das fabricantes de chips depois que o balanço da Samsung Electronics, apesar de superar expectativas, não satisfez completamente os investidores.

- Mudança no conselho da Vale. Daniel Stieler renunciou à presidência do conselho da mineradora após a Previ, fundo de pensão que detém 7% da companhia, pedir uma assembleia para destituí-lo. A disputa reabre tensões de governança na Vale, cuja sucessão do CEO também foi marcada por turbulências.

- Nobel questiona promessa da IA. Christopher Pissarides, economista ganhador do Prêmio Nobel, disse em entrevista à Bloomberg News que a tecnologia deve elevar a produtividade em alguns setores, mas dificilmente devolverá às economias ocidentais o ritmo de crescimento das décadas de 1980 e 1990.

- Crise humanitária na Venezuela. O número oficial de mortos no país subiu para 3.535 quase duas semanas após os terremotos, enquanto mais de 30 mil pessoas seguem desaparecidas. O desastre também ampliou as críticas à resposta do governo, que enfrenta atrasos na distribuição de ajuda.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (06/07): Dow Jones Industrials (+0,29%), S&P 500 (+0,72%), Nasdaq Composite (+1,12%), Stoxx 600 (-0,68%), Ibovespa (-0,93%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

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Azul prepara listagem na NYSE e quer ganhar visibilidade diante do investidor global

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Managing Editor, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)