Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia e ótima leitura!
A Apple está trabalhando em planos para expandir e revitalizar sua rede de varejo, com o objetivo de se aprofundar na China e em outras partes da Ásia, mercados cada vez mais importantes em vendas, enquanto reforma pontos existentes há mais tempo nos Estados Unidos e na Europa.
Até 2027, a fabricante do iPhone estuda a abertura de 15 novas lojas na região da Ásia-Pacífico, cinco locais na Europa e no Oriente Médio e quatro pontos de venda adicionais nos Estados Unidos e no Canadá, segundo pessoas com conhecimento das deliberações que falaram à Bloomberg News.
A Apple procura trazer um novo brilho à sua operação de varejo que completa 22 anos. É uma das redes mais veneradas do mundo, mas também enfrentou desafios durante a pandemia, problemas de atendimento ao cliente e questionamentos trabalhistas nos últimos anos.
Atualmente, tem mais de 520 lojas em 26 países, com cerca de metade delas localizadas nos Estados Unidos. A rede de varejo é notoriamente lucrativa em termos de receita por metro quadrado, mas as lojas costumam ser mais voltadas para a construção da marca do que para a venda de produtos.
⇒ Leia mais: Foco na Ásia, lojas que vendem US$ 100 mi e retrofit: os planos da Apple no varejo
No Radar
Superada a preocupação quanto ao risco de um calote dos Estados Unidos com a aprovação do projeto de lei no Congresso. Agora, os mercados reajustam o foco nos passos do Federal Reserve (Fed) e monitoram, hoje, o ritmo de contratações de maio no relatório de empregos dos EUA, com expectativas de uma moderação que permita uma pausa no aumento dos juros.
👣 Reduzindo o passo. O presidente do Fed de Filadélfia, Patrick Harker, e seu homólogo de St. Louis, James Bullard, reforçaram a visão de outros membros de que as taxas já estariam em um nível próximo do necessário para uma pausa no aperto monetário. O Banco Central Europeu (BCE) também poderia começar a reduzir o ritmo de aumentos, segundo Fabio Panetta, membro do BCE. “Acho que agora não é hora de ir muito rápido, porque já percorremos um longo caminho.”
📈 Rali de IA. As ações do SoftBank pegam carona no entusiasmo dos investidores com empresas ligadas à Inteligência Artificial, que foi disparado pelas previsões da Nvidia. Os papéis da empresa, que planeja listar neste ano a sua unidade de design de chips Arm, fecham a semana com o melhor desempenho para o período desde março de 2020 após uma alta acumulada de quase 17% até agora.
🤖 Avanço poderoso. Alex Karp, CEO da Palantir Technologies, disse que os avanços da inteligência artificial desenvolvidos pela empresa são tão poderosos que estaria em dúvida sobre vendê-la a alguns de seus clientes. Por enquanto, a empresa atenderá o governo dos EUA e seus aliados para as áreas de inteligência e defesa.
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🟢 As bolsas ontem (1/06): Dow Jones Industrials (+0,47%), S&P 500 (+0,99%), Nasdaq Composite (+1,28%), Stoxx 600 (+0,78%), Ibovespa (+2,06%)
A notícia da aprovação do acordo sobre o teto da dívida dos EUA na Câmara ajudou a dar um sentimento positivo nos mercados globais logo pela manhã; no Brasil, novos dados econômicos pesaram algo a favor, como um resultado do PIB no primeiro trimestre acima do esperado.
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Agenda
Esta é a agenda prevista para hoje:
• EUA: Folhas de Pagamento (Payroll) e Taxa de Desemprego/Mai, Vendas de Veículos
• Europa: França (Produção Industrial/Abr); Espanha (Taxa de Desemprego)
• Ásia: Sem eventos de destaque
• América Latina: Brasil (Produção Industrial/Abr, IPC-Fipe/Mai); México (Taxa de Desemprego/Abr)
🗓️ Os eventos de destaque na semana →
Destaques da Bloomberg Línea:
• ChatGPT fomenta mercado de IA que pode chegar a US$ 1,3 tri ao ano até 2032
• Healthtech Sami recebe US$ 18 milhões da Redpoint e de fundo espanhol
• Americanas: venda em lojas volta ao nível pré-crise, mas no digital cai 90%
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• Também é importante: Bancos de Wall Street entram em corrida por talentos e serviços com IA | Morgan Stanley quer dobrar lucro com gestão de fortunas nos próximos anos | Opep+ se reúne um mês após cortes e vê conflito entre estoques e fraca demanda
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