Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
“Temos muito orgulho de, mesmo não sendo a maior cervejaria do Brasil, ser considerada a melhor cervejaria do Brasil”. Foi com essa frase que o CEO da Heineken no país, Maurício Giamellaro, fez a abertura do mais recente evento de lançamento da marca no Brasil.
A referência implícita do executivo era à Ambev, que assumiu a liderança em market share do mercado brasileiro em cervejas nas categoria premium e super premium, desde outubro do ano passado. A liderança até então estava com a Heineken.
O plano da empresa holandesa para o Brasil - que tem no país seu principal mercado global das marcas Heineken e Amstel - é continuar crescendo justamente no segmento premium.
Como parte dessa estratégia, a empresa anunciou na segunda-feira (18) o lançamento da Heineken Ultimate, nova versão da cerveja com 30% menos calorias, sem glúten e com 97 calorias.
“O premium já representa mais de 70% do nosso negócio. E deve aumentar nos próximos anos”, disse o executivo em entrevista à Bloomberg Línea.
⇒ Leia a reportagem: Na Heineken, cerveja premium já representa 70% do negócio no Brasil. O CEO quer mais
No radar dos mercados
As ações globais operam em queda nesta terça-feira (19), pressionadas pela retração dos papéis de tecnologia. O petróleo e os Treasuries recuaram, enquanto investidores aguardam sinais de avanço sobre um acordo de paz no Oriente Médio.
- Trump recua de ataque ao Irã. O presidente dos EUA disse que suspendeu um novo bombardeio contra o Irã após pedidos de Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos por mais tempo para negociações diplomáticas. O recuo ocorre em meio à alta do petróleo e a maior tensão no Estreito de Ormuz nos últimos dias.
- Mercado mira Treasury a 5,5%. Investidores passaram a tratar o rendimento de 5,5% dos títulos de 30 anos dos EUA como novo patamar de referência, após a taxa subir a 5,16%, maior nível desde 2007, segundo disse Jim McCormick, estrategista de taxas macro do Citigroup, em entrevista à Bloomberg News.
- Musk perde disputa contra OpenAI. Um júri nos EUA rejeitou as alegações de Elon Musk de que a OpenAI traiu sua missão original ao virar uma empresa com fins lucrativos. A decisão é vista como um alívio para a OpenAI, que avalia uma possível IPO, enquanto Musk e seus advogados prometeram recorrer.
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🔘 As bolsas ontem (18/05): Dow Jones Industrials (+0,32%), S&P 500 (-0,07%), Nasdaq Composite (-0,51%), Stoxx 600 (+0,54%), Ibovespa (-0,17%)
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Destaques da Bloomberg Línea:
• Por que o Santander cortou o preço-alvo das ADRs da Embraer, apesar do otimismo
• Alliança capta R$ 76 mi em empréstimo emergencial diante de ‘esvaziamento’ do caixa
• Marisa: auditor alerta sobre continuidade operacional após prejuízo de R$ 95,8 mi
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• Opinião Bloomberg: Políticas de diversidade não morreram nas empresas. Mas perderam o que as sustentava
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