O impacto para a Tenda do reajuste do Minha Casa Minha Vida

Também no Breakfast: BNP, Bradesco, Santander e Itaú na lista de credores da Raízen| Fim de guerra pode levar a rali ‘extremo’ em ações, diz Goldman Sachs | O avanço da Revolut com licença bancária no Reino Unido

Bom dia! Este é o Breakfast, o seu primeiro gole de notícias
12 de Março, 2026 | 07:06 AM

Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Os executivos da Tenda estão otimistas com as perspectivas da empresa para 2026. A construtora, especializada no segmento de baixa renda, é um dos principais players nas faixas de entrada do Minha Casa Minha Vida (MCMV) — e pode ser beneficiada por um reajuste no programa.

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No início de março, o Ministério das Cidades propôs aumentar o limite de renda familiar em todas as faixas do MCMV, além de elevar o teto das faixas 3 e 4, as mais altas do programa habitacional.

Para a Tenda, o ponto central da proposta é o reajuste na faixa 1, que concentra metade da base de clientes da construtora. Por essa proposta, o limite de renda da faixa poderia subir de R$ 2.850 para R$ 3.200, caso aprovada pelo conselho curador do FGTS.

“A renda mediana do nosso cliente é de R$ 3.000, então estimamos que poderemos capturar os benefícios desse movimento de forma expressiva”, afirmou Luiz Garcia, CFO da Tenda, em entrevista à Bloomberg Línea.

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⇒ Leia a reportagem: Tenda prevê ganho ‘expressivo’ com reajuste do Minha Casa Minha Vida, diz CFO

Empreendimento da construtora Tenda

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (12), enquanto os preços do petróleo continuam subindo em meio a interrupções no transporte no Oriente Médio.ㅤ

- Passagem de navios por Ormuz. A Índia negocia com o Irã a passagem segura de mais de 20 navios-tanque pelo Estreito de Ormuz, paralisado desde o início da guerra no Golfo. As embarcações, carregadas com petróleo, GLP e GNL, estão paradas após ataques dos EUA e de Israel ao Irã.

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- Honda ajusta estratégia. A montadora prevê até US$ 15,7 bilhões em encargos e pode registrar seu primeiro prejuízo anual desde 1977, após revisar sua estratégia para veículos elétricos. “A situação mudou muito mais rápido do que esperávamos”, disse o CEO Toshihiro Mibe em teleconferência de resultados.

- Compras chinesas de soja. A oleaginosa provavelmente estará na pauta da próxima reunião entre autoridades comerciais dos EUA e da China em Paris no próximo fim de semana. O mercado tenta entender quando Pequim retomará compras significativas do grão americano, após meses de paralisação.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

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Ações globais nesta quinta-feira (12)
🔘 As bolsas ontem (11/03): Dow Jones Industrials (-0,61%), S&P 500 (-0,08%), Nasdaq Composite (+0,08%), Stoxx 600 (-0,59%), Ibovespa (+0,28%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Lista de credores em negociação com a Raízen inclui BNP, Bradesco, Santander e Itaú

Bayer amplia portfólio farmacêutico para enfrentar concorrência na América Latina

Goldman Sachs vê potencial para rali ‘extremo’ em ações com possível fim da guerra

• Também é importante: Revolut obtém licença bancária completa no Reino Unido e avança para expansão global| Nvidia acelera corrida pela IA e investe US$ 2 bi na Nebius para expandir data centers

• Opinião Bloomberg: Como a América Latina pode ampliar sua influência e se beneficiar de conflito no Irã

• Para não ficar de fora: Da soja ao café: Brasil responde pela maior parte do comércio de LatAm com o Irã

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)