Bloomberg Línea — O Ibovespa (IBOV) recua nesta segunda-feira (11), pressionado pela queda da Vale (VALE3) e diante do sentimento de cautela também no exterior.
Por volta das 11h45 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa de valores brasileira caía 0,12% aos 126.930 pontos. As ações da Petrobras (PETR3; PETR4), que cediam e contribuíam para a queda do índice, apagaram as perdas e subiam até 2,9% no mesmo horário.
A sessão é de baixa para as commodities como petróleo e minério de ferro. O dólar, por sua vez, era negociado a R$ 4,98, com queda de 0,11% no mesmo horário.
No cenário corporativo, a Petrobras segue no foco do investidor diante do aumento da percepção de risco. As ações da companhia chegaram a desabar 12% na sexta-feira (8) após a petroleira divulgar um patamar de dividendos abaixo do esperado pelo mercado.
A sucessão na Vale também é monitorada de perto, depois de a empresa confirmar que o CEO Eduardo Bartolomeo permanecerá no cargo até 31 de dezembro.
Na semana, atenção ainda para os balanços do 4º trimestre de empresas como Eletrobras, Natura, entre outras.
A B3 volta a operar em seu horário normal nesta segunda, encerrando o pregão regular às 17h (horário de Brasília) diante do início do horário de verão nos Estados Unidos.
Ao longo da semana, investidores estarão atentos aos números do IPCA de fevereiro e de vendas no varejo, no Brasil, bem como dados do CPI nos EUA.
As ações mais negociadas nesta manhã eram:
Desempenho
No pregão da última sexta-feira (8), o Ibovespa fechou no vermelho, com queda de 0,99%, aos 127.071 pontos. O volume das negociações ficou em R$ 1.193.789.900.
As ações com as maiores altas foram: Dexco (DXCO3), com +6,77%; Petz (PETZ3), com +4,76%; 3R Petroleum (RRRP3), com +4,28%.
As de maior queda foram: Vamos (VAMO3), com -1,91%; Fleury (FLRY3), com -1,98%; Petrobras (PETR3), com -10,37%.
No ano, o Ibovespa acumulava queda de 5,99% até o pregão anterior.
-- Atualização das cotações às 11h45 (horário de Brasília)
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.