Bloomberg Línea — O dólar (USDBRL) opera em queda no início das negociações desta terça-feira (31), com os traders de olho nos yields globais e na situação fiscal no ambiente doméstico.
No Japão, o banco central fez apenas um ajuste limitado em sua sinalização de política monetária. O BOJ disse que adotará uma abordagem mais flexível para controlar os rendimentos dos títulos do governo com prazo de 10 anos, marcando uma mudança em relação ao compromisso anterior de realizar operações diárias de compra de títulos a 1%.
Por volta das 9h40 (horário de Brasília), o dólar era cotado a R$ 5,03, com queda de 0,36%.
No pregão anterior, a moeda encerrou as negociações cotada a R$ 5,04, com alta de 0,57%. O valor máximo chegou a R$ 5,06, e o mínimo foi de R$ 4,97.
Neste ano, o real acumula alta de 4,93% em relação ao dólar. O valor máximo foi registrado no dia 3 de janeiro, quando atingiu R$ 5,46. Já a mínima foi de R$ 4,73 no dia 31 de julho. A cotação média do dólar no período foi de R$ 5,01.
A moeda brasileira ocupa a posição número 3 em uma cesta das 23 moedas de mercados emergentes com maior valorização em 2023.
A divisa com o maior desempenho no ano é o peso colombiano, com variação de 16,13%. Já a com o menor desempenho é o peso argentino, que soma perdas de 97,58%.
As moedas latino-americanas tiveram o seguinte desempenho até o momento no ano:
- O peso colombiano (COP) se valoriza em 16,13%;
- O sol peruano (PEN) se desvaloriza em 0,80%;
- O peso mexicano (MXN) se valoriza em 7,44%;
- O peso chileno (CLP) se desvaloriza em 6,09%;
- O peso argentino (ARS) se desvaloriza em 97,58%;
Já o Ibovespa (IBOV) caiu 0,68% no fechamento de ontem (30), aos 113.301,35 pontos.
As ações do índice com melhor desempenho na sessão anterior foram:
E as de pior desempenho foram:
-- Conteúdo elaborado com auxílio de dados automatizados da Bloomberg.
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