A adaptação cultural da H&M no Brasil

Também no Breakfast: A revisão do guidance do BB após a queda de 53,5% do lucro | A venda de 10 lojas do Natural da Terra em SP pela Americanas | O retorno da Petrobras à produção de fertilizantes

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Bloomberg Línea — Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Quando a varejista sueca de moda H&M abriu sua primeira loja em Portugal, muitos clientes que entravam pela porta e viam as iniciais da marca achavam que queria dizer “Homem e Mulher”, lembrou Joaquim Pereira, country manager da H&M Brasil, com um sorriso.

A anedota portuguesa resume um dos desafios que a rede enfrenta no Brasil nove meses depois de abrir sua primeira loja no país: uma marca global que, para boa parte dos consumidores brasileiros, ainda precisa se apresentar, ser conhecida do público local, além de entender melhor o consumidor brasileiro.

“Aprendemos muito”, disse Pereira em entrevista à Bloomberg Línea na ocasião da abertura recente da primeira loja da marca no Rio de Janeiro, em abril. “Quando chegamos, sempre falei que tínhamos que ser humildes, dispostos a aprender com o consumidor brasileiro.”

Parte desse processo de apresentação é assumir uma “nova identidade”. Em vez de “êitch-end-êm”, como as iniciais costumam ser pronunciadas em inglês, no Brasil a marca se assume oficialmente como “agá e ême”.

⇒ Leia a reportagem: No Brasil, H&M vira ‘agá e ême’ para se adaptar à cultura e ganhar reconhecimento

No radar dos mercados

As ações globais operam em alta nesta quinta-feira (14), enquanto o rali das ações de tecnologia mostra poucos sinais de perda de fôlego e os resultados da Cisco Systems reforçam o entusiasmo em torno da inteligência artificial.

- China renova licenças para frigoríficos dos EUA. Pequim restabeleceu autorizações de importação para centenas de plantas americanas de carne bovina. A medida pode reduzir o espaço de exportadores como o Brasil, que já se aproxima da cota anual chinesa.

- Burberry adota tom cauteloso. A grife britânica alertou que incertezas geopolíticas e econômicas podem afetar a demanda no ano fiscal, mesmo após ter registrado crescimento de 2% nas vendas comparáveis no quarto trimestre. As ações caíam 6,7% nesta manhã em Londres.

- O impulso do Brasil na Telefónica. A operadora espanhola reportou alta de 1,8% no Ebitda ajustado do primeiro trimestre, para € 2,84 bilhões, com crescimento de 8,7% no Brasil e menor concorrência na Espanha. As ações avançaram até 5,8% nesta manhã em Madri, no maior salto intradiário desde fevereiro.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (13/05): Dow Jones Industrials (-0,14%), S&P 500 (+0,58%), Nasdaq Composite (+1,20%), Stoxx 600 (+0,79%), Ibovespa (-1,80%)
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Destaques da Bloomberg Línea:

Lucro do BB cai 53,5% no 1º tri com impacto agro e banco faz nova revisão de guidance

Americanas acerta venda de 10 lojas do Natural da Terra à dona da Oba por R$ 69,3 mi

Justiça concede 60 dias de proteção parcial ao Grupo Toky contra cobranças

• Também é importante: Petrobras amplia produção de fertilizantes e quer fornecer 35% do consumo do país | Embraer vê maior demanda por jatos menores e eficientes com a disparada do combustível

• Opinião Bloomberg: Sediar a Copa traz menos benefícios econômicos para uma cidade do que parece

• Para não ficar de fora: Catarina, aeroporto da JHSF, receberá jato de US$ 85 mi, o mais veloz da Bombardier

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)